Extremismo islâmico ganha força no Iêmen

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

23 de janeiro de 2015.

 

Ontem (22), pressionado por milícia xiita, o presidente do Iêmen renunciou ao cargo. 14º país mais opressor aos cristãos, a Constituição declara que o islã é a religião oficial do Estado e a Sharia(lei islâmica) é a fonte de toda a legislação.

Segundo informações publicadas pelo jornal Estado de S.Paulo, o presidente do Iêmen, Abd-Rabbu Mansour Hadi, renunciou ao cargo nesta quinta-feira, horas depois de um acordo para dividir o poder com milícias xiitas que tentavam derrubá-lo. 

No país, há certa liberdade religiosa para os estrangeiros, mas o evangelismo é proibido e os iemenitas que deixam o islã podem enfrentar a pena de morte – isso faz o Iêmen um dos países menos evangelizados do mundo. 

A violência anticristã é promovida, principalmente, pela família e autoridades do país. Atividades missionárias realizadas por expatriados já resultaram em uma série de detenções e deportações. Além disso, acredita-se que os cristãos estejam sob vigilância constante e a insegurança causada pelos movimentos islâmicos extremistas torna o país muito instável.

Diante das novas reviravoltas que têm acontecido no país, ore para que esses eventos não piorem, ainda mais, a situação dos cristãos. 

Fonte: Portas Abertas.

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