Estudo compara restrições religiosas e a desigualdade de gênero

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

14 de outubro de 2014.

 

O estudo foi realizado pela Associação Liberdade Religiosa & Negócios (Religious Freedom & Business Association, tradução livre), dirigido por Brian Grim, ex-especialista do Pew Research Centre Religion. Ele analisou dados e fez comparativos de restrições governamentais e Índice de Desigualdade de Gênero da ONU.

Afeganistão, Egito, Paquistão, Sudão, Iraque e Índia são os países do topo do ranking, tanto para a desigualdade de gênero quanto para restrição religiosa, de acordo com o relatório.

Todos esses países também figuram na Classificação da Perseguição Religiosa, atualizada todos os anos pela Portas Abertas. Diariamente, a Portas Abertas também publica notícias dessas nações que revelam a situação dos cristãos em países onde há limitações de se professar a fé em Jesus Cristo.

Prêmio Nobel 
Na semana passada, a jovem Malala Yousafzai, de 17 anos, consagrou-se a mais jovem vencedora do prêmio Nobel. Em 2012, a estudante paquistanesa sobreviveu a uma tentativa de assassinato por membros do grupo Talibã por sua militância pelo direito à educação das meninas paquistanesas.

O Paquistão está na oitava posição entre os países que mais perseguem os cristãos. Muitas meninas cristãs, particularmente, correm risco de sequestro e ataques. 

Fonte: Portas Abertas.

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