Entenda a lei de blasfêmia no Paquistão

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

16 de setembro de 2016.

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Há penas severas para aqueles que não seguem essas leis; a questão é que o sistema atinge até mesmo os não-muçulmanos, como no caso dos cristãos

A sharia é um sistema de leis muçulmanas que foi criado há centenas de anos, após a morte de Maomé, considerado "o profeta" pelos seguidores do islamismo. Nesse sistema há regras de comportamento que devem ser seguidas à risca em todas as áreas da vida. Há penas severas para aqueles que não seguem essas leis. A questão é que o sistema atinge até mesmo os não-muçulmanos, como no caso dos cristãos.

Compartilhar o evangelho, por exemplo, faz dos cristãos "violadores" das regras mais básicas da sharia. Induzir alguém a acreditar em outra fé que não seja o islã é considerado proselitismo. Essas disposições anti-blasfêmia no Paquistão são mecanismos legais camuflados em "armadilhas políticas", como mostra a matéria principal "As Leis de Blasfêmia", da Revista Portas Abertas desse mês.

Nos últimos 40 anos, o número de casos de blasfêmia aumentou 16 vezes e a maioria envolve cristãos. Não tem sido fácil para os nossos irmãos paquistaneses enfrentar tantos desafios e lutas. A Portas Abertas tem estado presente na vida deles, através de vários projetos. Um deles é "Investimento pra vida toda". Trata-se de um planejamento de alfabetização para os paquistaneses, que tem servido também como uma valiosa ferramenta evangelística, colocando essas pessoas em contato com as Escrituras. Envolva-se com a igreja no Paquistão.

Fonte: Portas Abertas.

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