Eleições em Mianmar não trazem mudanças aos cristãos

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

17 de setembro de 2015.

 

Aung San Suu Kyi tem uma grande reputação em Mianmar, é ganhadora do Prêmio Nobel da Paz de 1991 e secretária-geral da Liga Nacional pela Democracia (LND). Durante a eleição geral de 1990, a LND, partido liderado por Suu Kyi, obteve 59% dos votos em todo o país, conquistando 81% dos assentos no parlamento, o que deveria fazer dela a primeira-ministra do Mianmar. No entanto, pouco antes das eleições, ela foi detida e colocada em prisão domiciliar durante 15 anos. Ao longo desse tempo, Suu Kyi foi uma das mais notórias prisioneiras políticas do mundo.

Mesmo sem poder se candidatar para o cargo mais uma vez, se o seu partido ganhar, como é amplamente considerado, é provável que escolham Aung para presidente.

A maioria dos cristãos de Mianmar vem de minorias étnicas, que reconhecem que Suu Kyi está se candidatando para Direitos Humanos, mas ela é amplamente reconhecida como uma representante da maioria de elite. Além disso, ela permaneceu em silêncio sobre as “leis de proteção de raça e religião”, apoiadas por monges budistas nacionalistas. O silêncio dela não é um bom sinal para qualquer minoria religiosa, mas os cristãos permanecem em oração, sabendo que Deus está no controle de todo e qualquer acontecimento no país.

Fonte: Portas Abertas.

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