Domínio do AKP na Turquia chega ao fim.

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

29 de junho de 2015.

O jornal turco Hürriyet Daily News publicou o resultado das eleições legislativas realizadas no início do mês. Segundo o jornal, nenhum partido recebeu votos suficientes para formar um governo da maioria de um partido único, o que traz ao fim o governo de 13 anos do Partido de Desenvolvimento e Justiça - AKP. Embora o comentarista do Hürriyet, Murat Yetkin, não tenha sido claro sobre o que aconteceu, a seguir, ele afirma que junho marcou claramente o fim da ascensão de Erdogan (atual presidente) na política turca.

"O presidente turco pode se despedir de seu objetivo em ter uma nova constituição baseada em um modelo presidencial forte com freios e contrapesos mais fracos. Apesar de sua ambiciosa campanha, os eleitores turcos têm claramente rejeitado esse plano. A queda nos votos do AKP é uma derrota para o desejo de Erdogan em mudar o regime de parlamentarismo para um presidencialismo. É possível concluir que os eleitores turcos optaram por continuar o sistema de parlamentarismo", afirma Yetkin.

Rolf, analista de perseguição da Portas Abertas, comenta: "O resultado das eleições foi uma grande surpresa. Todo mundo estava esperando uma grande vitória para o AKP, devido à popularidade de seu líder Erdogan. O resultado pegou todo mundo de surpresa – Erdogan, o AKP, a oposição e os observadores estrangeiros da Turquia. Todo mundo precisa de tempo para digerir o que aconteceu e decidir qual rumo seguirão."

Para a igreja na Turquia, o resultado das eleições também é importante, mas agora ainda não é possível dizer se será positivo (se o islamismo da Turquia vier a parar ou diminuir) ou negativo (no caso de nacionalistas leais acusarem os convertidos de insultos à identidade turca novamente). "Embora algo seja notável: a minoria cristã da Turquia será representada no parlamento turco em número maior a despeito de uma longa ausência de quatro membros da comunidade que se tornarão deputados após as eleições de junho", conclui ele.

Fonte: Portas Abertas.

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