Dois pastores sul-sudaneses enfrentam possível pena de morte.

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

17 de junho de 2015.

 

Michael Yat e o Peter Yein Reith, membros da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul, foram presos acusados de crimes graves no país

De acordo com Religion News Service, Yat foi preso no ano passado depois de visitar a igreja em Bahri, em Cartum. A fim de garantir a sua libertação, a Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul enviou Reith com uma carta às autoridades para exigir a libertação. As autoridades prenderam Reith também. O paradeiro dos dois é desconhecido.

Ashagrie, analista de perseguição da Portas Abertas, explica o que isso significa para os cristãos e a igreja: "A notícia que dois pastores foram acusados por crimes graves do Sudão não é uma surpresa para os cristãos, pois isso tem acontecido há muitos anos. No entanto, o fato desses pastores serem do Sudão do Sul nos mostra uma história diferente: o problema tomou uma dimensão regional. Os cristãos, tanto locais quanto de países vizinhos enfrentam as mesmas provocações nesse país. Por causa da guerra civil entre o Sudão e Sudão do Sul, os cristãos terão de efrentar acusações de espionagem, ‘por em questão a ordem constitucional’ ou ‘travarem guerra contra o Estado’. Isso reforça que o governo não deixará nada passar, no que se refere aos cristãos. Além disso, é importante que lembremos daqueles que foram acusados ou presos por crimes como estes citados. Há um ano apenas a pressão da comunidade internacional forçou o governo a libertar Meriam Ibrahim – que foi condenada a morte por apostasia.''

Fonte: Ports Abertas.

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