Dois pastores que já cumprem pena agora foram multados

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

26 de janeiro de 2018.

No começo deste mês, Su Tianfu e Yang Hua, dois pastores da Igreja Huoshi, na província de Ghizhou, receberam uma multa no valor equivalente a um milhão de dólares (mais de 3 milhões de reais). O motivo é que o dinheiro das ofertas coletadas pela igreja foi considerado “renda ilegal”. O pastor Yang Hua foi condenado no ano passado a dois anos e meio de prisão, enquanto Su Tianfu está em prisão domiciliar. Um diácono da igreja, Zhang Xiuhong, também ficou preso por mais de dois anos, até ser libertado em agosto de 2017.

Tais fatos mostram que não é a primeira vez que a Igreja Huoshi e seus líderes têm conflito com as autoridades. Em 2015, a igreja foi revistada pela polícia durante a cerimônia de inauguração do novo templo, que contava com a presença de centenas de pessoas, inclusive estrangeiros. Na ocasião, a igreja de grande reconhecimento foi forçada a fechar e o pastor Yang Hua detido. A igreja foi reaberta, mas enfrentou pressão para se registrar como uma entidade sancionada pelo governo.

Uma fonte local disse que o governo tem preferido como alvo as igrejas bem reconhecidas, e que outras igrejas menores não enfrentam o mesmo tipo de problema. “Você chama a atenção se reúne um grande número de pessoas, principalmente em regiões onde há grupos minoritários. Outra coisa que chama a atenção é ter contato com grupos estrangeiros e receber dinheiro deles. Em terceiro lugar, quando você apela para a mídia internacional e agências de direitos humanos, isso eleva sua notoriedade”, afirma.

Um novo regulamento sobre assuntos religiosos deve passar a vigorar na China a partir de 1 de fevereiro. A nova lei inclui diretrizes sobre educação religiosa, tipos de organizações religiosas que podem existir, onde podem existir e que tipos de atividades que podem desenvolver. Ore pela Igreja Perseguida da China, país que ocupa a 43ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018.

Fonte: Portas Abertas

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