Dois candidatos cristãos disputaram a presidência do país

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

09 de março de 2016.

 

Os cristãos estão mais otimistas em relação ao futuro, mas sabem que a paz que desejam só encontrarão em Jesus

A República Centro-Africana viveu um momento político crucial, conforme informações do veículo de comunicação Aljazeera. O segundo turno à presidência do país foi disputado por dois candidatos cristãos, Anicet-Georges Dologuele, o ex-chefe do Banco de Desenvolvimento dos Estados da África Central e Faustin-Archange Touadéra. Ambos anteriormente já ocuparam o cargo de primeiro-ministro. O segundo turno foi pacífico, embora algumas reclamações tenham sido ouvidas por parte daqueles que não puderam votar porque seus nomes não foram encontrados na lista de eleitores. Touadéra venceu as eleições, de acordo com os resultados, com 62,7% dos votos. Agora ele é o responsável pela recuperação de um dos países mais pobres do planeta.

"Em um país sofrido e cheio de conflitos desastrosos, só o fato de que ambos os candidatos eleitos para o segundo turno eram cristãos, já contribuiu significativamente para reduzir o risco de violência. Se houvesse, por exemplo, um candidato muçulmano e um cristão, teríamos enfrentado grandes dificuldades, com toda certeza. No momento, o que este país mais precisa é de uma completa reconstrução. Infelizmente, até aqueles que chegam para ajudar, colaboram para a decadência. Relatórios recentes mostram que alguns soldados da ONU estiveram envolvidos em casos de abuso sexual, e isto reduz a confiança e legitimidade das forças que deveriam estar no país para trazer a paz", comenta um dos analistas de perseguição.

Ele ainda diz que estas eleições trouxeram uma certa paz para a República Centro-Africana, que está na 26ª posição da Classificação da Perseguição Religiosa deste ano. "Os cristãos estão mais otimistas em relação ao futuro do país. Todos já sabem o quanto é difícil conquistar a paz nessa nação turbulenta, mas a paz que excede o entendimento, esta todos nós já temos desde que aceitamos a Jesus como nosso Salvador", conclui o analista.

Fonte: Portas Abertas.

voltar para Perseguições

fwR fsN tsY show center|left tsN fwR|show fwR center|bnull||image-wrap|news login uppercase b01 bsd|fsN fwR uppercase b01 bsd|b01 c05 bsd|login news fwR uppercase b01 bsd|tsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase|content-inner||