Cristãos vivem em condições de extrema pobreza no Sudão

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

13 de setembro de 2015.

 

O julgamento recente das jovens cristãs, em Cartum, capital sudanesa, por vestirem calças e saias, trajes considerados "indecentes ou imorais" pelas autoridades, fez com que o Sudão desse mais atenção às minorias cristãs. As jovens são moradoras da região sul, conhecida como Montes Nuba, local descrito pela Operação Mundial como "uma ilha de povos cristãos, no mar do Islã".

A região já foi uma das principais áreas disputadas entre o norte e o sul do país, mas acabou prevalecendo o norte, tornando-se parte da República Islâmica do Sudão que, desde a sua independência, em 2011, é liderada pelo presidente Omar al-Bashir.

De acordo com um relatório divulgado pela Anistia Internacional, o presidente é procurado pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade. A população tem vivido em condições precárias, fugindo de bombardeios, buscando refúgio dentro de trincheiras e cavernas, com acesso limitado a alimentos, água e cuidados médicos.

Estima-se que, cerca de 1,4 milhões de pessoas podem ter sido deslocadas, vivendo em condições precárias e inseguras. Após uma recente visita ao país, a equipe da Portas Abertas informou que os bombardeios são diários e que os cristãos não possuem casas ou igrejas e não têm nenhum acesso às escolas e hospitais.

Fonte: Portas Abertas.

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