Cristãos são presos na Arábia Saudita

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

23 de setembro de 2014.

 

 

De acordo com a Fox News, um ministro do governo saudita afirmou não ter conhecimento das prisões. Porém, o caso foi relatado em diversos meios de comunicação sauditas. O site de notícias em língua árabe Akhbar-24 disse que a polícia religiosa foi avisada sobre a reunião da igreja doméstica.

Há relatos contraditórios sobre o grupo que foi capturado – alguns dizendo que apenas adultos foram presos, enquanto o jornal Saudi Gazette informou que homens, mulheres e crianças foram levados. Várias Bíblias também foram confiscadas durante a invasão.

"A Arábia Saudita continua a limpeza religiosa que sempre fez parte de sua política oficial", disse Nina Shea, diretora do Centro do Instituto Hudson para a Liberdade Religiosa, sediado em Washington, em entrevista à FoxNews.com.

"Este é o único Estado-nação do mundo com a política oficial de proibir todas as igrejas, aplicada mesmo que haja mais de 2 milhões de trabalhadores estrangeiros cristãos no país", disse Nina.

A Arábia Saudita é o berço do islã. Meca atrai cerca de 2 milhões de muçulmanos em peregrinação todos os anos. É contra a lei um muçulmano se converter a outra religião, o que acarreta à pena de morte por blasfêmia. Também é ilegal para os não-muçulmanos pregarem sobre suas religiões; Bíblias não podem ser entregues e outros símbolos religiosos não-islâmicos não podem ser usados publicamente.

Fonte: Portas Abertas.

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