Cristãos malaios são autorizados a usar a palavra “Alá”

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

08 de agosto de 2015.

 

Depois de longos sete anos de batalha judicial, o malaio cristão, Jill Ireland, venceu. O governo da Malásia admitiu que Jill tenha a propriedade legítima de oito CDs de musicas cristãs, que haviam sido confiscados em um aeroporto de Kuala Lumpur, por conter nos títulos das músicas a palavra "Alá" para se referir a "Deus".

Em junho, o Tribunal de Apelação ordenou ao governo que os CDs, comprados durante uma visita à Indonésia, no ano de 2008, fossem devolvidos para Jill. Agora as autoridades não podem mais contestar a decisão.

Além da batalha legal de Jill, para recuperar seus CDs, existe também outro cristão, do Estado de Sarawak, que pediu aos tribunais a permissão de usar a palavra "Alá" para Deus, que é um direito dele, reconhecido na prerrogativa religiosa, nos termos da Constituição Federal, que garante a liberdade de adoração. Segundo o advogado Bolhassan, esse caso será ouvido por um juiz da Alta Corte.

A petição de Jill mostra que diante de tantas decisões controversas, por parte da justiça, ao menos o uso da palavra "Alá", será uma licença exclusiva para os malaios, porque os islâmicos insistem em tomar posse desse título. É um grupo religioso e racial que domina um país multirracial, mas pelo menos dessa vez, foi comemorada a harmonia entre as várias etnias presentes no país.

Fonte: Portas Abertas.

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