Cristãos do Quirguistão podem perder a liberdade religiosa

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

14 de agosto de 2015.

 

O site AsiaNews informou que o Quirguistão rompeu com um acordo de cooperação, que tinha com os Estados Unidos, assinado em 1993. Segundo as notícias, foi uma retaliação à decisão do Departamento de Estado americano, por ter concedido um prêmio ao jornalista quirguistanês, Azimzhan Askarov, por ser “uma figura unificadora nos direitos humanos da sociedade”.

Ele reuniu pessoas de todas as etnias e origens para insistir ao governo do Quirguizistão que tome medidas eficazes para a criação de uma paz sustentável entre Uzbequistão e Quirguistão. O jornalista e ativista de direitos humanos tomou uma posição independente, por isso foi condenado à prisão perpétua por "incitar o ódio étnico" e “ser cúmplice da anulação de uma lei oficial”, acusações que ele sempre negou.

A decisão é parte de uma estratégia que pretende afastar o país da Ásia Central e deixá-lo mais perto da Rússia e da China, bem longe dos Estados Unidos. Quirguistão é um país muito pobre e que depende de ajuda para mais de 1 milhão de pessoas, em sua maioria, trabalhadores migrantes, principalmente da Rússia, daí o motivo da capital do país, Bishkek, valorizar as relações com os russos.

Com essa situação, a Igreja no Quirguistão vai sofrer as consequências. Atualmente, os cristãos em Quirguistão, experimentam mais liberdade que os cristãos em outros países da Ásia Central. Em 2015, o país adotou uma legislação que exige que as ONGs que recebem financiamento do exterior, sejam registradas como ‘agentes estrangeiros’ (o termo antigo soviético descreveria isto como ‘espiões’). A nova exigência vai afetar também as organizações religiosas, já que a maioria recebe ajuda de fora. Mas o que preocupa ainda mais são os projetos de uma nova Lei de Religião, que já está circulando, e que vai aumentar as restrições à liberdade religiosa.

Fonte: Portas Abertas.

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