Cristão malaio não conseguiu oficializar sua religião

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

29 de abril de 2016.

 

De acordo com as leis do país, parece não haver alguma chance de que os muçulmanos convertidos ao cristianismo tenham essa informação em seus documentos de identificação

No mês passado, o Supremo Tribunal de Sarawak, um dos dois estados da Malásia situados na ilha de Bornéu, permitiu que Rooney Rebit, de 41 anos, que foi convertido ao islã por seus pais aos 8 anos de idade, mudasse oficialmente sua religião para o cristianismo. Ele estava solicitando que essa nova informação fosse acrescentada ao seu documento de identificação, através do Departamento Nacional de Registro (DNR). Infelizmente, o DNR interpôs o recurso e foi contra essa decisão na última sexta (22).

De acordo com as leis do país, parece não haver alguma chance de que os muçulmanos convertidos ao cristianismo mudem oficialmente sua religião. Um advogado de direitos constitucionais comentou: “Os juízes estão abdicando de seu papel para proteger a liberdade de religião na Constituição. Há casos em que os direitos religiosos são anulados quando chegam aos tribunais superiores da Malásia”, comentou.

A Malásia está na 30ª posição da atual Classificação da Perseguição Religiosa, onde a sharia está se espalhando rapidamente. Embora o país já tenha sido conhecido mundialmente como o melhor modelo de islamismo liberal e tolerante, hoje em dia não é mais e essa imagem está desaparecendo aos poucos. O maior exemplo disso é a forma como os tribunais têm tratado a questão da liberdade de religião. Interceda pela igreja na Malásia.

Pedidos de oração
● Ore para que os cristãos malaios permaneçam firmes na fé apesar de tantas restrições em seu país.
● Peça ao Senhor para que as autoridades do Supremo Tribunal de Sarawak sejam alcançadas de alguma forma pelo amor de Cristo.
● Interceda pelos cristãos perseguidos malaios e peça a Deus para que a igreja continue de pé nesse país, independentemente da situação.

Fonte: Portas Abertas.

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