Cristão é libertado após condenação de dois anos na China

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

18 de dezembro de 2014.

 

Teoricamente, os cristãos chineses têm direito à liberdade religiosa, mas o espaço para evangelização é limitado. A Constituição afirma que os cidadãos chineses "gozam de liberdade de crença religiosa." Ao mesmo tempo, o Estado proíbe organizações públicas de qualquer religião.

Os cristãos não podem se reunir em templos não registrados e tampouco evangelizar publicamente. O objetivo principal do governo é manter a estabilidade e o poder. Esta é a principal motivação que está por trás do controle populacional, da reforma econômica e da política religiosa chinesa, que consiste em domínio e opressão.

A perseguição depende principalmente do grau de perigo que o governo enxerga em cada grupo religioso. Portanto, abrir uma livraria cristã é um ato caracterizado como crime inafiançável.

Wenxi Li, com o coração repleto de gratidão a Deus, mal abrira as portas da livraria quando policiais invadiram o estabelecimento e confiscaram centenas de livros. Em seguida, Li foi levado para a delegacia de polícia.

Ainda esperançoso, nosso irmão começou a calcular qual seria o valor de uma possível fiança para recuperar seus livros, mas, a pós a sua chegada, ele foi imediatamente preso e enviado para a prisão. Ao cristão foi negada a fiança e a liberdade. Wenxi Li foi condenado a dois anos de prisão no dia 17 de junho de 2013.

A Igreja clamou a Deus pela vida de Li. Hoje, pode louvar ao Senhor: Wenxi Li está livre da prisão.

Fonte: Portas Abertas.

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