Crescem as dificuldades para sair da Coreia do Norte

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

27 de agosto de 2015.

 

Segundo o Ministério da Unificação em Seul, apenas 1.396 norte-coreanos pediram asilo à Coreia do Sul em 2014. Esse foi o número mais baixo em nove anos. Entre 2007 e 2011, o volume girava em torno de 2.400 a 2.900 pessoas. O que podemos fazer por nossos irmãos e irmãs na Coreia do Norte?

Park Min-Soo, um refugiado norte-coreano que chegou a Seul em 2009, disse que essa diminuição é explicada pelo reforço das medidas de segurança impostas pelo regime. De acordo com Park, um dos métodos mais utilizados pelos norte-coreanos é o suborno aos soldados que vigiam as fronteiras, mas desde que Kim John-un chegou ao poder, essa possibilidade ficou muito mais difícil. O suborno se tornou mais caro, a rotatividade dos guardas aumentou e as punições para aqueles que ajudam nas fugas estão ainda mais rigorosas.

“Anteriormente, os desertores capturados ou os que ajudaram no contato com a Coreia do Sul poderiam ser punidos com longas penas em um campo de reeducação, uma prisão relativamente menos severa e que costuma abrigar criminosos comuns. Agora, ‘inevitavelmente’, o destino deles é o campo de prisioneiros políticos, de onde é impossível escapar. E as prisões são sempre perpétuas", denuncia Park.

A Human Rights Watch, organização que defende os direitos humanos, descreveu esse tipo de prisão como "caracterizada por abusos sistemáticos e muitas vezes em condições que levam à morte, incluindo refeições escassas que praticamente causam debilidade extrema, quase sem cuidados médicos, alojamento ou roupas adequadas e com maus-tratos frequentes como abuso sexual, torturas por parte dos guardas ou execuções".

Mas, segundo Park, o principal motivo da dificuldade em deixar o país é o aumento das perseguições. As ordens para impedir o trânsito de desertores vêm diretamente de Kim Jong-un: “Para ele, os desertores são escória humana, traidores”.

Diante dessa situação crítica, o que podemos fazer por nossos irmãos e irmãs na Coreia do Norte? Estamos dispostos a ajudar cristãos que estão em calabouços, prisões e campos de trabalhos forçados? Para eles, é fundamental que saibam que existe uma família espiritual orando por eles. Nossa resposta é a oração. Participe do Shockwave! Reúna seus amigos e não perca a oportunidade de abençoar nossos irmãos norte-coreanos que precisam viver sua fé em segredo e alguns estão presos porque são vistos como ameaça ao governo paranoico de Kim Jong-un.

Fonte: Portas Abertas.

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