Corrupção pode ser um atrativo para os partidos islâmicos

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

22 de julho de 2015.

 

Nesse mês de julho, o jornal novaiorquino, Wall Street Journal, informou que vários documentos comprovam o envolvimento do presidente da Malásia, Najib Razak, em um escândalo de corrupção, que transferiu cerca de US$ 700 milhões do Fundo Estadual para contas bancárias privadas.

Daniel, analista da Portas Abertas, explica: "O Fundo do Estado tem como fundador o próprio presidente Razak, desde 2009, além disso, ele também é o chefe do Conselho Consultivo. Descobriram um déficit impressionante de 11,2 bilhões de dólares, do qual ele pode ser o responsável”.

Para ele, se o presidente Razak tiver uma avaliação negativa da opinião pública, isso pode vir a ser um catalisador para chamar a atenção dos partidos islâmicos, como já foi discutido no bimestre passado. E os políticos islâmicos podem tornar-se muito perigosos para a minoria cristã, já que os grupos radicais querem atingir uma ‘islamização’ mais forte e mais influente.

“Mesmo que as alegações não sejam verdadeiras, a imagem de Razak já estava bem negativa, conforme publicações do jornal Straits Times. “É possível também que o ex-presidente Mahathir, muito conhecido como ‘Dr. M’, esteja por trás das acusações; ele continua ativo na política do país, mesmo com seus quase 90 anos de idade”, acrescenta Daniel.

Fonte: Portas Abertas.

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