Coreia do Norte liberta pastor canadense condenado à prisão perpétua

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

09 de agosto de 2017.

 

A Coreia do Norte libertou um pastor canadense que cumpria pena de prisão perpétua no país, por razões humanitárias, informou a agência de notícias estatal norte-coreana, KCNA, nesta quarta-feira (9).

"Rim Hyon Su, um cidadão canadense, foi libertado porque está doente, de acordo com a decisão da Corte Central da Coreia do Norte, no dia 9 de agosto de 2017, pelo ponto de vista humanitário", disse a KCNA.

Funcionários canadendeses informaram na terça-feira (8), que uma delegação liderada pelo assessor de segurança nacional do país foi à Coreia do Norte para discutir o caso de Lim.

Segundo a agência Reuters, o homem vai retornar ao Canadá na quinta-feira (10), e será hospitalizado assim que chegar ao país.

Também conhecido como Hyeon Soo Lim, que serviu em uma das maiores igrejas do Canadá, o pastor foi condenado a uma vida de trabalho forçado em dezembro de 2015, pelo que a Coreia do Norte considerou como uma tentativa de destituir o regime.

Pyongyang afirma que Lim admitiu todas as acusações contra ele, incluindo a de ter "difamado de maneira abominável" o sistema e o líder norte-coreano. Nunca se divulgou, porém, quais teriam sido suas críticas.

Ao ser detido, Lim era considerado um dos missionários cristãos mais influentes na Coreia do Norte, país no qual esteve diversas vezes para trabalhar em orfanatos e hospitais.

Alguns dos projetos dos quais participava tinham vínculos com sócios de Jang Song-Thaek, tio do líder norte-coreano Kim Jong-Un que foi detido e executado por traição em dezembro de 2013.

A família do pastor vinha manifestando preocupação com seu estado de saúde, especialmente após a morte, em junho passado, do estudante americano Otto Wrambier. O jovem faleceu poucos dias após ter sido libertado de um presídio norte-coreano.

Três americanos ainda estão presos na Coreia do Norte, no momento em que as relações entre Pyongyang e Washington sofrem uma escalada de declarações de ambos os lados.

Fonte: G1

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