Conflito entre minorias cresce em Mianmar

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

27 de setembro de 2017.

O Exército de Salvação Rohingya de Arakan (ARSA, sigla em inglês) é um grupo militante de maioria muçulmana que nasceu no estado de Rakhine, em Mianmar. Os rebeldes realizaram uma série de ataques contra trinta postos nas regiões de fronteira e estações de polícia, conforme relatado por Benar News em 25 de agosto de 2017.

Pelo menos 71 pessoas foram mortas e isso levou a um forte desejo de punir os Rohingya, minoria religiosa que vive em Mianmar, mas cujo povo não é considerado cidadão do país. Em 5 de setembro de 2017, a Reuters informou que mais de 400 pessoas do grupo foram mortas e 125 mil estavam fugindo para Bangladesh, colocando uma enorme pressão sobre o país. Até 13 de setembro de 2017, o número de refugiados aumentou para 400 mil. A líder nacional de Myanmar, Aung San Suu Kyi, decidiu não participar da Assembleia Geral da ONU (agendada para 12 a 25 de setembro de 2017) devido à gravidade da crise no país.

Perseguição e negligência

Thomas Muller, analista de perseguição da Portas Abertas, fornece outras informações: "Os ataques de agosto foram bem planejados. Ocorreram um dia após a Comissão Internacional da Fundação Kofi Annan (órgão neutro que visa melhorar o bem-estar das pessoas no estado de Rakhine) publicar descobertas sobre a situação da minoria muçulmana Rohingya. Os países muçulmanos da região pressionaram o governo de Myanmar para impedir a reação feroz do exército e outras autoridades contra os Rohingya e, em vez disso, enviar ajuda humanitária”.

Segundo o analista, a situação desse povo é alarmante e tem o potencial de servir como um grito de manifestação para radicais islâmicos em todo o Sudeste Asiático. “Uma mera solução militar não resolverá o problema e pode aumentá-lo. Aliás, não se deve esquecer que existe uma pequena comunidade cristã convertida entre os Rohingya, que enfrenta pressão familiar e comunitária. Além disso, o conflito tem o potencial de distrair qualquer atenção pública sobre a guerra contínua contra minorias cristãs no norte do país, que são privadas de ajuda nacional e internacional”, complementa Thomas.

Pedidos de oração

  • Coloque em oração a nação birmanesa. Peça a Deus que seja soberano e aja conforme a sua vontade nas negociações e tentativas de paz.
  • Ore pelos cristãos que estão enfrentando perseguição em Mianmar. Peça por proteção e provisão das mãos do Senhor.

·         Interceda por todos aqueles que ainda não conhecem o amor de Deus revelado em Jesus Cristo. Que o Espírito Santo os mostre a verdade.

Fonte: Portas Abertas

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