Confirmada sentença de morte do ex-presidente.

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

22 de julho de 2015.

 

Em junho, o tribunal egípcio confirmou a sentença de morte para o ex-presidente do país, Mohamed Morsi,  e também de vários membros da Irmandade Muçulmana (uma organização islâmica radical). Morsi já foi condenado à prisão perpétua sob a acusação de espionagem para o movimento palestino Hamas, Hezbollah xiita do Líbano e Irã.

Morsi ainda pode apelar contra o veredicto, mas se recusou. Essa decisão fará dele um mártir (uma pessoa que se sacrifica por uma crença, por uma fé, ou por outra pessoa) para os seus seguidores. Dennis, analista da Portas Abertas, disse que “a partir da perspectiva dos direitos humanos é difícil defender a pena de morte para Morsi, mas o julgamento foi feito pelo novo regime nacional”.

A Irmandade Muçulmana tem sido responsável por um grande número de incidentes violentos contra os cristãos, mesmo antes do seu papel no governo. A atual possibilidade de que Morsi se torne um herói faz com que os seguidores do islamismo sintam-se ainda mais fortes no Egito. De acordo com um relatório divulgado pelo Jornal Christian Science Monitor, eles são os prováveis culpados por um grande ataque no Cairo, feito com um carro-bomba, que ocasionou a morte do procurador-geral do Egito, entre outras nove pessoas.

Dennis comenta: "A ameaça de movimentos islâmicos radicais no Egito é forte, a violência aumentou na província Sinai, entre o governo egípcio e os militantes jihadistas filiados ao Estado Islâmico. Muitos cristãos foram forçados a deixar a região por conta dessa situação”.

Fonte: Portas Abertas.

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