Conferência encoraja empoderamento de líderes cristãos

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

14 de dezembro de 2017.

Três organizações não-governamentais promoveram uma conferência internacional entre os dias 8 e 11 de dezembro em Dakar, no Senegal. O objetivo era chamar a comunidade internacional para fazer mais para fortalecer o papel de líderes religiosos no processo de paz e reconciliação na República Centro-Africana. Esse país tem sido afligido por violência desde 2013, quando a coalizão de rebeldes predominantemente muçulmanos Seleka depôs o governo e tomou o poder. 

A violência na República Centro-Africana já ceifou milhares de vidas e se tornou um dos piores desastres humanitários de nosso tempo. Inúmeras tentativas de acordos de paz já falharam. A conferência apontou vários desafios a esse respeito, incluindo o pouco envolvimento de líderes religiosos e comunitários no processo. “Líderes religiosos são os primeiros a ver os sinais de alerta da violência em suas comunidades. Por isso, deveriam ser empoderados e apoiados em seus esforços de contribuir para a implementação de acordos de paz no país”, diz Alvaro Albacete, vice-secretário geral de uma das organizações à frente da conferência. 

Mais de 20 representantes da República Centro-Africana participaram da conferência, inclusive o presidente da Aliança Evangélica, Nicolas Guérékoyamé-Gbangou. Ele é um dos três líderes cristãos mais reconhecidos por seus esforços de pôr fim à guerra civil no país. Na conferência, foi adotado um plano de ação descrevendo como os líderes religiosos podem promover e apoiar a implementação de elementos específicos de vários acordos de paz que foram assinados desde o começo da crise, em 2013. 

Pedidos de oração

  • Ore para que líderes cristãos tenham sabedoria e ousadia para exercer seu papel na promoção da paz no país.
  • Interceda para que as metas traçadas na conferência sejam atingidas e contribuam para o fim dos conflitos.
  • Clame pela proteção dos cristãos e para que sejam fortalecidos em meio à perseguição.

Fonte: Portas Abertas

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