Como estão os cristãos após os conflitos no Curdistão

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

04 de novembro de 2017.

 

Após a eclosão de conflitos entre as forças iraquianas e curdas na região da Planície de Nínive, no Iraque, a população está cada vez mais apavorada. No último dia 16 de outubro, o exército iraquiano tomou o controle de Kirkuk, uma das cidades da região, controlada pelo exército curdo Peshmerga desde meados de 2014. O Peshmerga havia assumido o controle quando o exército iraquiano tinha deixado a região, diante da ofensiva do Estado Islâmico. 

Após o referendo sobre a independência do Curdistão, tensões surgiram entre as duas forças envolvidas. Um líder cristão da região diz que “os cristãos são os primeiros a ser afetados, porque são a minoria”. A cidade abriga ainda famílias deslocadas pela guerra, das quais apenas duas retornaram para casa em Qaraqosh. 

As reuniões dos fiéis foram claramente afetadas nas últimas duas semanas. De um total de 100 a 150 pessoas presentes aos domingos, no primeiro domingo após o conflito, havia apenas 12 e, no seguinte, entre 40 e 50. O líder expressou sua preocupação de que os cristãos que permaneceram em Kirkuk comecem a pensar em emigrar. 

Essa semana o líder cristão visitou Erbil, onde teve mais dificuldade de chegar pelo fato de uma ponte ter sido demolida nos confrontos. Ele esteve numa aldeia onde vivem doze famílias cristãs. O líder relatou que eles estavam vivendo dentro de casa, com as portas trancadas. “Eles ficaram surpresos de me ver, já que um novo combate pode surgir a qualquer momento. Eles estão muito assustados com o som de tiros”, relatou. 

O maior conflito em Kirkuk é por causa dos grandes campos petrolíferos encontrados na região. Os cristãos lá não são considerados pobres, sendo que a maioria trabalha em departamentos do governo ou no setor privado. Ore pela instável situação dessa zona de guerra. Que os cristãos encontrem paz e segurança em Jesus e sejam canais dessas bênçãos para outros. 

Fonte: Portas Abertas

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