Como a igreja cresce e se fortalece no Laos

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

23 de janeiro de 2019.

Há alguns dias, trouxemos a notícia sobre a igreja de Beun*, um evangelista do Laos. A pergunta que fica é: como ele conseguiu reunir um grupo de 50 convertidos em tão pouco tempo em um dos países onde os cristãos são mais perseguidos? Um de seus segredos é que ele conta com uma equipe. Jesus tinha como discípulos 12 homens comuns; Beun tem seis. “Ano passado nós éramos apenas cinco, mas esse ano outra pessoa veio para nossa equipe. Nós evangelizamos os povos hmong, khmu, tai dam e outros. Não sabemos se nossos planos darão certo, mas os submetemos a Deus. Nós vamos para onde ele nos chama”, explica Beun.

Em uma refeição que a equipe da Portas Abertas compartilhou com a equipe de Beun, um de seus seis homens nos conta o que aconteceu quando toda sua família foi expulsa da tribo por ser cristã. “Não achando nenhum outro lugar para morar, vivemos na floresta por dez anos, até que o chefe da tribo veio e nos chamou para voltar para a aldeia. Tentamos formar uma igreja doméstica na nossa casa, mas o governador da província e o chefe do vilarejo não permitiram. Foi então que conhecemos Beun e no unimos à sua igreja. Ele me ensina a compartilhar o evangelho e a pregar, e agora está me ajudando a organizar minha própria igreja doméstica”, diz Sipho*, de 25 anos.

“Minha vida é muito melhor com Cristo”

Outro discípulo, Jet*, nos conta como se converteu ao ser curado de uma enfermidade. “Minha vida melhorou e eu comecei a compartilhar o evangelho. Agora tenho minha própria igreja doméstica no meu vilarejo”. Jet foi acusado falsamente de “vender jovens para estrangeiros”, mas sabe que a acusação só aconteceu porque é cristão. Mesmo assim, ele não desiste: “Se eu tiver que comparar minha velha vida com minha vida agora, minha vida é muito melhor com Cristo”, afirma.

Somente em maio de 2018, sete pessoas se converteram e foram batizadas. Elas continuam firmes na caminhada com Cristo. Mas a colheita nem sempre é fácil no Laos. Beun conta que muitas vezes as pessoas ouvem o evangelho e o aceitam rapidamente, mas depois esquecem do compromisso que fizeram. Por outro lado, “quando se convertem verdadeiramente e entendem o cristianismo, as pessoas começam a compartilhar as boas novas, a fé delas permanece forte e elas nunca voltam atrás para suas antigas crenças, não importa quão difícil seja”, conclui.

É o envolvimento dos parceiros da Portas Abertas que nos permite investir no ministério de Beun e ser parte de sua luta e jornada. Ele agradece: “Eu agradeço a Jesus por vocês continuarem orando por mim e por nosso ministério aqui no Laos. Agradeço a vocês por essa oportunidade de compartilhar minha história com cristãos do mundo todo. Obrigado por seu apoio”.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

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