Chifre da África: onde a graça é maior

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

24 de novembro de 2018.

Fome, pobreza, violência, morte, extremismo, prisões, injustiça e discriminação. Essas são coisas que rapidamente vêm à mente para a maioria das pessoas quando pensam no Chifre da África. Essas realidades afetam os cristãos de maneira dolorosa e lamentável.

O nível de perseguição é extremo, com a Somália e a Eritreia entre as dez primeiras nações na Lista Mundial da Perseguição 2018. Etiópia, Djibuti e Quênia estão posicionadas um pouco abaixo, mas a perseguição ainda é alta, em especial contra a comunidades de cristãos de origem muçulmana.

Mas a graça de Deus é maior. Embora os cristãos locais frequentemente sejam forçados a adorar a Cristo em secreto, a igreja está crescendo. Um exemplo é o testemunho de Yusuf (pseudônimo), um jovem cristão somali de apenas 17 anos. Ele ouviu o evangelho através de seus amigos e agora vive sua fé em silêncio, por temer por sua vida. No entanto, Yusuf tem uma grande visão: ele sonha em se tornar um embaixador de Cristo para seus amigos e conhecidos. “Os muçulmanos gostam de debates públicos, mas se pudermos debater com as pessoas discretamente sobre a fé, perguntando-lhes inteligentemente e dando-lhes uma boa compreensão da Bíblia, Deus lhes dará compreensão”, compartilha.

Ele sabe, entretanto, que esse sonho pode custar sua vida, já que não há espaço para o cristianismo entre seu povo, por isso, pede oração: “Ore por mim. Eu sei que haverá muitas dificuldades na minha frente, mas eu sei que Deus vai lutar por mim. Suas orações aliviarão os problemas a minha frente. Também ore para que minha família veja a luz e se converta a Cristo”.

Cristãos como Yusuf enfrentam a face mais brutal da perseguição religiosa e precisam de nossas orações e apoio para continuar compartilhando a esperança de Cristo com outros. Se você prefere agir, doe agora e capacite líderes cristãos na região.

Fonte: Portas Abertas

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