Bangladesh: Cristão ex-muçulmano é morto

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

24 de março de 2016.

 

O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade do ataque e disse que "é uma lição para os demais", além de chamar o homem de "infiel"

Ali Hossain de 65 anos, cristão ex-muçulmano, foi agredido até a morte no início da manhã de ontem (22) por militantes islâmicos no Norte de Bangladesh. Enquanto Ali voltava de seu passeio matinal, três assaltantes de moto se aproximaram dele e jogaram uma bomba, depois o atacaram com armas. Ele morreu no local. Em comunicado, o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade do ataque e disse que "é uma lição para os demais", além de chamar o homem de "infiel", segundo oSITE Intelligence Group, que observa a atividade de radicalizados na internet.

Ali era um combatente da liberdade e se tornou um cristão em 1999. Na época, sua esposa o amarrou com uma corda em casa por três dias por não concordar com sua decisão. Sua família e parentes o pressionaram e perseguiram, mas ele nunca abandonou Jesus. O cristão, que trabalhou como um funcionário de saúde do governo, também ficou alguns meses sem receber salário por causa de sua fé. No entanto, sua fidelidade a Deus inspirou e incentivou sua família inteira a abraçar gradualmente o cristianismo. Ali era muito ativo na evangelização muçulmana no Norte de Bangladesh. Seus filhos estudaram a Bíblia através de cursos da Portas Abertas.

Toda a comunidade cristã foi impactada e está de luto pela morte. As pessoas estão ansiosas sobre como se preparar para as futuras atividades dos grupos extremistas islâmicos. Ore conosco por eles. Peça pela família de Ali, que eles continuem firmes na fé apesar de tudo e que a sua morte sirva de testemunho vivo para aquela nação. Bangladesh ocupa a 35º posição na Classificação da Perseguição Religiosa deste ano, e embora a conversão não seja proibida por lei, convertidos do islamismo ou do budismo enfrentam forte pressão de familiares, amigos e líderes religiosos locais para negar sua fé. Não deixe de interceder.

Fonte: Portas Abertas.

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