Aumenta o confisco de igrejas em Cuba

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

26 de setembro de 2016.

 

Embora não haja muitos registros de violência física contra os cristãos, nem prisão, a perseguição se dá sob forma de assédio, discriminação e vigilância rigorosa

Recentemente, aumentou de forma considerável o confisco de igrejas em Cuba. Relatórios mostram especificamente que 1.400 igrejas foram confrontadas pelo governo e consideradas "ilegais". Isso mostra que a perseguição religiosa está evoluindo rapidamente nos últimos anos.

Embora não haja muitos registros de violência física contra os cristãos, nem prisão, a perseguição se dá sob forma de assédio, discriminação e vigilância rigorosa. A maioria dos fieis são monitorados e em quase todos os serviços da igreja há informantes infiltrados. O acordo de colaboração entre os presidentes Barack Obama e Raúl Castro foi benéfico para os cubanos, no sentido de abrir as portas para a melhoria das comunicações, expansão da internet e a chegada do Google, mas não mudou a situação da igreja, nem fez cessar as intimidações do governo.

A libertação do isolamento internacional e os benefícios econômicos são fatores que não garantem que a liberdade religiosa não seja violada. No início do ano, pelo menos quatro igrejas foram destruídas e outras receberam ordem judicial de fechamento. Na ocasião, cerca de 200 membros foram detidos por funcionários do governo, a fim de que não impedissem a operação. Além disso, há casos de líderes cristãos que foram detidos e interrogados pelas autoridades de Cuba. Nossos irmãos continuam precisando de nossas orações.

Fonte: Portas Abertas.

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