Ativista é investigada por blasfêmia nas Maldivas

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

10 de janeiro de 2018.

A ativista Shahindha Ismail recebeu ameaças de morte e está sendo investigada por blasfêmia após responder a um comentário do presidente Abdulla Yameen nas Maldivas. Ele disse que seu governo não permitiria nenhuma outra religião no país além do islã. Em resposta, a diretora executiva da Rede Democrática das Maldivas postou numa rede social: “Religiões diferentes do islamismo existem no mundo porque Deus permitiu. Se não, nenhuma outra religião existiria, não é?”

O post foi amplamente compartilhado nas redes sociais, com críticos a acusando de blasfêmia e apostasia. Tais atos são considerados ilegais na Maldivas e podem ser punidos com prisão ou até mesmo pena de morte em alguns casos. Se condenada, a ativista pode enfrentar uma pena de cinco anos.

Na abertura do parlamento no ano passado, o presidente Yameen prometeu anunciar um programa nacional “para promover a unidade islâmica e nutrir um espírito religioso e nacional”. O sistema legal do país tem se alinhado cada vez mais a uma estrita interpretação da sharia (conjunto de leis islâmicas) desde que Yameen assumiu o poder, em 2013.

Fonte: Portas Abertas

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