Arábia Saudita assume a liderança do Conselho de Direitos Hum.

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

09 de outubro de 2015.

 

Recentemente, saiu a notícia de que Faisal bin Hassan Trad, foi nomeado em silêncio, como embaixador da Arábia Saudita, em Genebra, assumindo o comando do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC - United Nations Human Rights Council), que é composto por 47 membros, e é atribuído para promover e proteger os direitos humanos em todo o mundo.

O grupo determina os peritos que serão escolhidos para as investigações de campo. Ironicamente, a Arábia Saudita, que agora preside este grupo "tem um forte histórico de não permitir que ativistas de direitos humanos monitorem o seu próprio país", de acordo com o diretor do Centro de Ação de Direitos Humanos, Jack Healey, citado pela Global Research, no mês passado.

Esta nomeação levou à indignação global. No entanto, muitos podem não estar cientes do fato de que a Arábia Saudita já tem sido um membro do UNHRC desde 2013. Não é a primeira vez que países com registros duvidosos dos direitos humanos fazem parte deste conselho: Cuba, China, Catar e Venezuela estão entre os seus membros eleitos. No entanto, a Arábia Saudita está entre os piores infratores dos direitos humanos do mundo.

Hillel Neuer, diretor-executivo da ONG UN Watch, diz que a Arábia Saudita "tem executado muitas pessoas de formas cruéis e que, no momento, há muitos condenados à morte, entre eles, Ali Mohammed al-Nimr, que tinha 17 anos quando cometeu seu 'crime'. Ele estava protestando contra os maus tratos da minoria xiita na Arábia. "A questão importante é quanta influência o presidente do grupo consultivo tem em relação às decisões sobre liberdade religiosa e a islamofobia. É estranho ter como líder um representante que viola os direitos humanos em sua própria nação, e que agora quer resolver as questões mundiais. Além de inconcebível, isso só enfraquece ainda mais a credibilidade do sistema das Nações Unidas", conclui um analista de perseguição.

 

Fonte: Portas Abertas.

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