Apesar de acordo de paz a incerteza prevalece no norte do Mali

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

08 de julho de 2015.

 

O Movimento Nacional de Libertação do Azawad, principal força de oposição no conflito do norte do Mali, finalmente aceitou assinar o acordo de paz com o governo.

Os rebeldes tuaregueses, que formam um grupo de agricultores e comerciantes, em sua maioria muçulmana, finalmente chegaram a um acordo de paz. Depois de pedirem por mais competência política, uma força de segurança regional e mais investimento no desenvolvimento da região, o governo maliano atendeu a todos os pedidos do grupo na esperança de cessar a violência que já dura há décadas.

Dennis, analista de perseguição da Portas Abertas, questionou: "Resta saber se o acordo de paz vai funcionar, considerando que os acordos anteriores falharam. Além disso, ainda há um risco de que os tuaregueses recorram a outros grupos radicais que estão ligados ao Al-Qaeda”.

Conforme o analista, o acordo de paz, em si, não consegue fazer justiça para as vítimas da violência e suas famílias. Os relatórios do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados dizem que cerca de 140 mil refugiados malianos, dos quais uma pequena percentagem é cristã, ainda vive no exterior. Além do que, não há indicações de que a Igreja possa contar com a segurança necessária, no norte do Mali.

Fonte: Portas Abertas.

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