África: O que você precisa entender sobre blasfêmia

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

14 de junho de 2016.

 

Quando um muçulmano grita "blasfêmia" ou simplesmente "Allahu Akbar" (Deus é grande), a multidão corre para atacar a pessoa que está sendo acusada de desrespeitar o que é considerado "sagrado" para eles.

Blasfêmia para os islâmicos é uma palavra que ganhou um significado muito mais profundo que o trivial, atualmente, tem sido quase um grito de guerra. Quando um muçulmano grita "blasfêmia" ou simplesmente "Allahu Akbar" (Deus é grande), a multidão corre para atacar a pessoa que está sendo acusada de desrespeitar o que é considerado "sagrado" para eles. Foi o que ocorreu há pouco tempo com uma cristã nigeriana, conforme mostra a matéria Falsa acusação de blasfêmia tira a vida de cristã. Desrespeitar Maomé ou o alcorão e suas citações é um crime punível, em diversos países, com multa, prisão, flagelação e até pena de morte, seja o acusado muçulmano ou não, homem ou mulher.

Nações que ficam na região da África Subsaariana, como Etiópia, Gâmbia, Nigéria, Ruanda, Somália, Tanzânia e Zimbabwe, além do Sudão, na África do Norte, criminalizam tanto a blasfêmia quanto a apostasia. Existem quatro fatores que merecem atenção sobre a determinação das leis islâmicas: 1º) Elas violam o direito humano à liberdade de expressão; 2º) Embora existam casos em que cristãos foram formalmente acusados ​​de blasfêmia por causa de sua fé, eles são raros; logo, as sentenças são dadas por outros motivos; 3º) A maior causa para a existência da lei de blasfêmia é a guerra entre as etnias; 4º) A Portas Abertas tem vários programas que atendem, direta e indiretamente, os cristãos e os efeitos dessas leis sobre eles, abreviando o tempo de prisão e até evitando execuções através de advogados.

A maioria das acusações de blasfêmia é feita por muçulmanos contra cristãos, e nem sempre de maneira formal, o que tem incentivado a acontecer vários motins mortais. Em vários países com grandes populações, como a Nigéria por exemplo, o código penal tem fornecido cobertura legal para as atrocidades cometidas por grupos extremistas islâmicos e a impunidade só tem aumentado, nos últimos anos. Em suas orações, interceda pelos cristãos africanos perseguidos e clame pela igreja na África.

Fonte: Portas Abertas.

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