Aceh é a única província da Indonésia que impõe a sharia

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

11 de novembro de 2015.

 

"Cristãos testemunham um rápido aumento do fundamentalismo islâmico"

O local mais difícil para os não-muçulmanos da Indonésia se chama Aceh, um território do país que até 2009 era conhecido como Achém, que fica na ponta da ilha de Sumatra. É a única província que impõe a lei sharia, tornando-se um dos lugares mais hostis para os indonésios cristãos. A região viu três décadas de insurgência separatista sangrenta que só terminou em 2005, depois que o governo nacional concedeu autonomia especial para a região, incluindo o privilégio de fazer cumprir o código penal da sharia.

Particularmente em Aceh Singkil, um pacto foi feito entre muçulmanos e cristãos em 1979 e 2001, permitindo que apenas uma igreja principal e quatro casas de culto menores pudessem funcionar na regência. Ao longo do tempo o número de igrejas cresceu para 24, então o pacto foi refutado, já que os cristãos haviam se estabelecido naquelas terras muito antes da independência do país em 1945.

Por outro lado, o atual acordo para demolir as igrejas não registradas foi parcialmente impulsionado por um decreto ministerial, em 2006. As igrejas que querem obter uma licença de construção religiosa devem seguir requisitos bem rigorosos. "Mesmo as que seguem esses requisitos na íntegra ainda são impedidas de obter a licença. Além disso, a Comissão Nacional de Direitos Humanos declarou, em 2013, que mais de 80% das igrejas no país não possuem essa licença, incluindo as mesquitas", observa um analista da Portas Abertas.

A Indonésia é o 47º país da lista de Classificação da Perseguição Religiosa 2015. Embora seja uma nação secular, o governo abriga a maior população muçulmana do mundo e tem visto um rápido aumento no fundamentalismo islâmico e ataques violentos não só contra as igrejas, mas também de seitas islâmicas consideradas como desviadas. Ore por essa nação.

Fonte: Portas Abertas.

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