A vida precária dos cristãos paquistaneses refugiados na Tailândia

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

05 de novembro de 2018.

Presos por blasfêmia, muitos cristãos paquistaneses sonham obter asilo no Ocidente. Milhares deles vivem clandestinamente em Bangcoc, esperando o tão desejado salvo-conduto.

marido de Asia Bibi pede que concedam o asilo para sua família nos Estados Unidos, Reino Unido ou Canadá, mas continua sendo incerto o futuro de sua esposa, absolvida na semana passada após ser condenada à morte por blasfêmia.

Depois de sua absolvição, uma série de manifestações islamitas paralisaram o Paquistão durante três dias, em mais um capítulo das tensões religiosas de um país onde em 2001 um ministro cristão foi assassinado por se opor ao crime de blasfêmia.

O caso de Asia Bibi é acompanhado de perto pelos refugiados paquistaneses na Tailândia, que sonham ser acolhidos no Ocidente.

"Não podemos voltar, nosso país não nos aceita e nenhum outro país nos quer... Estamos presos na Tailândia", reconhece um adolescente de 15 anos, entrevistado pela AFP, que se apresenta como Farooz (pseudônimo).

Este adolescente, que fala urdu, panjabi, inglês e tailandês, chegou a Tailândia em 2013. Ainda se lembra de sua infância no Paquistão, onde foi escolarizado, diferentemente de seus quatro irmãos, que não tiveram a mesma sorte.

Um grande número de paquistaneses decidem pedir asilo ao Ocidente através da Tailândia graças a sua situação geográfica e à facilidade de acesso como turista, apesar deste país não ter assinado a Convenção de Genebra para os refugiados.

Mas obter o asilo no Ocidente é complicado e muitos refugiados se instalam em Bangcoc e depois não conseguem sair da capital tailandesa.

Como acontece com Farooz e sua família, vivem em imóveis precários na periferia de Bangcoc, sem poder trabalhar de forma legal e escondendo-se da polícia ante o medo de que os devolvam ao seu país de origem.

Presos por blasfêmia, muitos cristãos paquistaneses sonham obter asilo no Ocidente. Milhares deles vivem clandestinamente em Bangcoc, esperando o tão desejado salvo-conduto.

marido de Asia Bibi pede que concedam o asilo para sua família nos Estados Unidos, Reino Unido ou Canadá, mas continua sendo incerto o futuro de sua esposa, absolvida na semana passada após ser condenada à morte por blasfêmia.

Depois de sua absolvição, uma série de manifestações islamitas paralisaram o Paquistão durante três dias, em mais um capítulo das tensões religiosas de um país onde em 2001 um ministro cristão foi assassinado por se opor ao crime de blasfêmia.

O caso de Asia Bibi é acompanhado de perto pelos refugiados paquistaneses na Tailândia, que sonham ser acolhidos no Ocidente.

"Não podemos voltar, nosso país não nos aceita e nenhum outro país nos quer... Estamos presos na Tailândia", reconhece um adolescente de 15 anos, entrevistado pela AFP, que se apresenta como Farooz (pseudônimo).

Este adolescente, que fala urdu, panjabi, inglês e tailandês, chegou a Tailândia em 2013. Ainda se lembra de sua infância no Paquistão, onde foi escolarizado, diferentemente de seus quatro irmãos, que não tiveram a mesma sorte.

Um grande número de paquistaneses decidem pedir asilo ao Ocidente através da Tailândia graças a sua situação geográfica e à facilidade de acesso como turista, apesar deste país não ter assinado a Convenção de Genebra para os refugiados.

Mas obter o asilo no Ocidente é complicado e muitos refugiados se instalam em Bangcoc e depois não conseguem sair da capital tailandesa.

Como acontece com Farooz e sua família, vivem em imóveis precários na periferia de Bangcoc, sem poder trabalhar de forma legal e escondendo-se da polícia ante o medo de que os devolvam ao seu país de origem.

Fonte: AFP

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