A perseguição aos cristãos nas Maldivas

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

28 de junho de 2019.

As ilhas turísticas das Maldivas são mantidas distantes do país real, dominado por uma forma estrita do islã, agitação social e desafios políticos. Nas paradisíacas ilhas Maldivas, o governo islâmico se considera o protetor do islamismo. Para tanto, há um conjunto de leis que proíbe um maldivo de deixar o islã e se converter a qualquer outra religião. Assim, ser maldivo é igual a ser muçulmano. Portanto, alguém que se converta ao cristianismo enfrentará duras consequências, como até mesmo a perda da cidadania. Oficialmente, não há cristãos maldivos, somente cristãos estrangeiros que moram no país.

O ex-presidente Yameen anunciou um programa para promover a unidade islâmica da população, indicando que as autoridades se oporiam a qualquer desvio do seu entendimento do islã. Em sua campanha eleitoral, Yameen havia acusado forças de oposição internacionais de tentarem fazer as Maldivas menos que 100% islâmica. No entanto, em setembro de 2018, ele foi derrotado nas eleições pelo candidato da oposição, Ibrahim Mohamed Solih, que se tornou o atual presidente do país. Entretanto, é improvável que o novo governo, que assumiu em meados de novembro de 2018, traga melhorias no que diz respeito à liberdade religiosa.

A liberdade religiosa não existe nas Maldivas nem mesmo para os cristãos estrangeiros residentes no país. Eles são monitorados de perto e tão intimidados que quase não ousam se reunir, mesmo a portas fechadas. Pregadores e clérigos islâmicos radicais exercem forte controle sociorreligioso sobre seus grupos e influenciam outros com sua visão radical do islã. Isso torna impossível para os cristãos, principalmente ex-muçulmanos, mostrarem sua fé, devido ao medo de monitoramento e de serem entregues às autoridades.

Ao lado da opressão islâmica, que se mistura à paranoia ditatorial, crime organizado e corrupção é o terceiro tipo de perseguição predominante nas Maldivas. A corrupção atinge dos mais altos aos mais baixos níveis do governo. Quase nada pode ser feito no país sem propinas, favores ou ameaças. Oficiais do governo contratam jovens de gangues de rua para fazer “trabalho sujo” para eles. Muitas gangues de rua são controladas por autoridades (em todos os níveis) e têm como alvo qualquer um que falar contra o governo ou o islamismo. Grupos radicais islâmicos que querem erradicar os cristãos e ateus também têm conexões com gangues e redes de policiais corruptos.

Você pode conhecer mais sobre as Maldivas no perfil do país. Aqui no site você encontra o perfil de cada um dos países da Lista Mundial da Perseguição 2019, em que as Maldivas ocupam a 14ª posição. Informe-se, conheça a realidade da Igreja Perseguida e ore por nossos irmãos maldivos, que, oficialmente, não existem no país.

Fonte: Portas Abertas

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