A luta dos cristãos continua em Mianmar

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

17 de março de 2016.

 

Apesar da vitória eleitoral da líder democrática Aung San Suu Kyi, radicais budistas continuam com seus discursos de ódio e pressionando o governo

De acordo com um relatório da ONG C4ADS, apesar da vitória eleitoral de Aung San Suu Kyi, pela Liga Nacional pela Democracia (LND), os movimentos budistas radicais como o Ma Ba Tha ainda são poderosos. A ONG fornece análises orientadas por dados e relatórios, com base em provas de conflitos globais e questões de segurança transacionais, baseando-se em crimes organizados e corrupção de governos. Na ocasião das eleições, milhares de pessoas, incluindo as minorias comunitárias e religiosas, foram impedidas de votar e candidatos muçulmanos foram desqualificados.

Antes da vitória da líder democrática birmanesa, ela já havia conquistado um lugar no Parlamento, juntamente com 42 colegas da LND. Ao mesmo tempo, contudo, a intolerância religiosa aumentou drasticamente, com o aumento do nacionalismo budista militante. Isto afetou os cristãos drasticamente. A relatora especial da ONU, Yanghee Lee, destacou que a discriminação contra minorias religiosas e étnicas, como os Rohingya, do estado de Rakhine, assim como o discurso de ódio e violência voltado para essas parcelas da população, devem ser combatidos como prioridade pelo novo governo.

O país já enfrentou mais de 50 anos de governo militar. Apesar dos avanços, Yanghee Lee alertou para a necessidade de reformas nas leis, para garantir os direitos à liberdade de expressão e de religião. Ela também pediu a imediata suspensão das prisões, condenações e abusos contra a sociedade civil e jornalistas, além de solicitar a liberação dos presos políticos remanescentes.

"Embora o relatório da C4ADS se concentre exclusivamente sobre a situação da minoria muçulmana, seus resultados são notáveis ​​e pode ser facilmente traduzido para a minoria cristã, bem como o relatório aborda as ‘Leis de Proteção de Raça e Religião’. Os monges estão agitados agora, pressionando o governo e exigindo o cumprimento das leis já existentes no país", comenta um dos analistas de perseguição. Mianmar é o 23º da Classificação da Perseguição Religiosa em 2016, sendo um dos países que trata os cristãos com mais violência. A igreja é perseguida principalmente por extremistas budistas e militares. Ore por essa nação.

Fonte: Portas Abertas.

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