A Igreja continua sendo perseguida na China

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

15 de outubro de 2014.

 

"Nós não sabemos exatamente por que eles invadiram a nossa igreja", relatou um cristão local ao grupo de vigilância International Christian Concern (ICC), que tem monitorado a crescente onda de perseguição na China. "O governo não quer que a gente se reúna para adorar como igreja."

Membros disseram que a igreja foi invadida,  a cerca de um mês, sem qualquer aviso e que a polícia só deixou para trás uma nota afirmando que as pessoas foram detidas por fazer uma "reunião ilegal". Mais de 30 cristãos ainda permanecem sob custódia.

"É inacreditável que as autoridades locais tenham prendido mais de 100 membros da igreja, incluindo crianças, na cidade de Foshan. Mesmo que a maioria já tenha sido liberta, a experiência foi traumatizante", disse o gerente regional da ICC. “A Igreja Monte das Oliveiras tem mais de 20 anos de história e tem cerca de 170 membros”, acrescentou ele.

"O que o governo está fazendo aqui é tão bárbaro", desabafou o líder da igreja local Chen Zhi'ai à CNN.

Em julho, deste ano, um proeminente líder chinês foi condenado a 12 anos de prisão, supostamente para reunir multidões e "perturbar a ordem pública." Provas falsificadas levaram à prisão o pastor Zhang Shaojie, em mais uma tentativa do governo chinês para conter o crescimento do cristianismo.

"Este caso mostra que o governo chinês continua a encobrir a perseguição religiosa com acusações criminais fabricadas contra um líder de igreja inocente", disse o chefe China Aid, Bob Fu, na época.

Os dez países mais hostis aos cristãos tratam-se de nações que passam por sérios problemas em seu governo: Somália, Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Iêmen. Junto a eles, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Maldivas e Irã completam a primeira dezena de países onde ser cristão é, praticamente, uma prova de resistência.

Ore pela Igreja na China, 37º na lista de Classificação da Perseguição Religiosa.

Fonte: Portas Abertas.

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