A história da conversão das irmãs chinesas

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

23 de dezembro de 2015.

 

"Uma parte da nossa família preferiu manter segredo e a outra parte está contra nós"

As irmãs chinesas que decidiram revelar a nova fé para seus familiares vivem agora uma situação difícil. "Quando nosso pai faleceu éramos pequenas e nossa mãe assumiu a responsabilidade da família até adoecer. Um casal vizinho fez a gentileza de visitar a mamãe regularmente e passava o tempo com a gente. Através do casal, ela aceitou Jesus e começou a melhorar a cada dia. Nunca tinha visto ela tão bem, ficou tão vigorosa que chegou a tingir o cabelo, se arrumava e nos levava para viagens divertidas com alguns amigos", conta Bella*.

"Um dia, ela simplesmente não acordou. Ficamos tristes, mas, hoje, entendemos que foi Deus quem providenciou o descanso dela, já que tinha se sacrificado tanto por nós. Então fomos morar com um tio. Ninguém da família sabia da nossa conversão, e numa noite, durante o jantar, meu tio questionou sobre nossos amigos cristãos, e eu decidi contar a verdade. Ele estava com uma faca na mão e ficou em silêncio, quando fiz o apelo para ele também aceitar Jesus, ele ficou furioso, apontou a faca na nossa direção e disse que envergonhamos nossa família", conta Amanda*.

E Bella acrescentou: "A TV estava ligada, e naquele instante veio a notícia sobre os 21 egípcios mortos brutalmente pelo Estado Islâmico. Outro tio aproveitou a oportunidade e disse que todas as peregrinações à Meca não valeram de nada, porque um grupo radical estava cometendo crimes bárbaros e também sujando o nome da família islâmica. Mas ele continuou furioso e virou as costas. Uma parte da nossa família preferiu manter segredo e a outra parte está contra nós. Mas estamos aliviadas, porque agora nosso amor por Jesus não é secreto. Por favor, orem por nós para que eles também se convertam", pede Bella e finaliza.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

 

Fonte: Portas Abertas.

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