UNESCO apaga a história milenar de Israel, declarando Hebrom Patrimônio cultura palestino

07 de julho de 2017.

 

A mais que desacreditada UNESCO votou favoravelmente esta manhã, a atribuição de"patrimônio cultural da Palestina" à cidade bíblica e patriarcal de Hebron, onde se encontram sepultados os grandes patriarcas de Israel, milhares de anos antes da invenção do "povo palestiniano."
 
Na votação desta manhã realizada na Polônia, 12 países votaram a favor desta verdadeira declaração de estupidez colectiva e ignorância da História, contra o voto de 3 países e 6 abstenções.
 
"Comissão de Patrimônio Mundial da UNESCO" prestou assim um grande favor ao revisionismo histórico, dando uma machadada final na pouca credibilidade que alguns países sérios ainda lhe poderiam ocasionalmente atribuir.
 
A declaração de "patrimônio cultural e histórico da Palestina" inclui - imagine-se! - a própria cave dos patriarcas de Israel! Falta apenas declarar que Abraão, Isaque e Jacó eram palestinianos, para completar esta alucinação colectiva mental a que a UNESCO se submeteu...!
 
As nações que votaram a favor, encabeçadas pela anfitriã Polônia, demonstraram mais uma vez o quão manipuladas estão pela mentira palestiniana e pelo poder do petróleo árabe. 
 
Shama-Hacohen, embaixador de Israel para a UNESCO, condenou a presença do próprio presidente da Câmara Municipal de Hebron na cerimônia de votação, afirmando tratar-se de um terrorista condenado já por crimes de sangue. Sangue israelita, obviamente...
 
Contrariamente ao acordado com os polacos para que a votação fosse secreta, dando assim azo a que alguma nação árabe pudesse votar em secreto a favor de Israel, a decisão foi tomada em público, certamente com o propósito de pressionar o voto dos representantes árabes. 

CONDENAÇÃO ISRAELITA
 
Obviamente que a condenação israelita não se fez esperar. Danny Danon, embaixador de Israel na ONU, arrasou de imediato a votação:"Esta tentativa de cortar os laços entre Israel e Hebron é uma vergonha e uma ofensa, e elimina o último fio de credibilidade da UNESCO. Desassociar Israel dos lugares de sepultamento dos patriarcas e matriarcas da nossa nação é uma feia demonstração de descriminação, e um ato de agressão contra o povo judeu."

CORTE DE UM MILHÃO DE DÓLARES

Mas Israel não se ficará pela condenação. O governo de Jerusalém já decidiu cortar um milhão de dólares dos seus subsídios à ONU, preferindo usar esse dinheiro para a construção de um museu na cidade bíblica de Hebron. O dinheiro será também utilizado para o incremento de projetos para fortalecer os laços hebraicos a Hebron e ao aldeamento judaico de Kiryat Arba.

Fonte: Shalom, Israel!

Comentários

Liliane em 28/07/2017 15:20:18
A ONU executando o projeto socialista, como sempre. Veja mais:
http://carlosliliane64.wixsite.com/magiaeseriados

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