"Se o Hezbolah atacar Israel, o Líbano sofrerá as consequências"

14 de agosto de 2017.

 

Israel não está para brincadeiras. Nas duas últimas guerras provocadas pelos terroristas do Hezbollah em 2006 e pelo Hamas em 2014, as Forças de Defesa de Israel contiveram-se demasiadamente nas suas respostas, tentado ao máximo que os seus ataques fossem "cirúrgicos", poupando ao máximo possível as populações civis, tanto no Líbano como na Faixa de Gaza.
 
Mas a crueldade e o desrespeito pela vida humana demonstrados pelos terroristas muçulmanos das 2 pérfidas organizações anti-semitas não olham a meios para atingir os seus fins, como foi o caso da enorme quantidade de explosivos guardados em hospitais, creches e escolas, até mesmo em mesquitas, o disparo de foguetes a partir de parques infantis e hospitais, a colocação de crianças em zonas de ataque, etc. etc.
 
Só que desta vez Israel não vai tolerar qualquer iniciativa de ataque por parte desses dois hediondos grupos terroristas islâmicos. 
 
Hoje mesmo o Ministro para a Educação de Israel, o "linha dura" Naftali Bennet, anunciou "uma nova estratégia" por parte de Israel, e que o seu país considerará o Líbano inteiramente culpado por qualquer ataque do Hezbollah contra território israelita.
 
"O interesse de Israel é evitar outra confrontação no Líbano, e por isso a nossa estratégia é simples: o Líbano é igual ao Hezbollah, e o Hezbollah é igual ao Líbano" - afirmou Bennet, membro do gabinete de segurança de Israel.
 
"Ao contrário da Segunda Guerra do Líbano, não iremos desta vez diferenciar entre a organização e o estado do Líbano. Isso significa que qualquer ataque do Hezbollah irá causar destruição no Líbano e nas suas instituições."
 
AMEAÇA DO HEZBOLLAH
 
Para celebrar o 11º aniversário da Guerra de 20016, o líder do grupo terrorista islâmico Hassan Nasrallah ameaçou ontem Israel com ataques cruéis. O bandido chegou a sugerir que Israel deslocasse o seu reator nuclear de Dimona, alegando que é também um alvo visado pela sua organização, cuja destruição acarretaria mais estragos do que se possa imaginar.
 
Falando a partir do seu bunker oculto para um evento organizado pelo seu grupo terrorista Hezbollah no dia de ontem, Nasrallah ameaçou que caso Israel decidisse novamente invadir o país, teria pela frente uma força 100 vezes superior àquela que enfrentou no último conflito.
 
Nasrallah alegou ainda que Israel só não ataca o Líbano porque percebe que pagaria um alto preço por tal iniciativa.
 
RESPOSTA ISRAELITA
 
"Nasrallah, que pretende ser o 'defensor do Líbano', tornar-se-à o 'destruidor do Líbano'" - afirmou Bennett esta tarde, acrescentando:"Nós não queremos a guerra, e faremos tudo para a evitar, mas o outro lado tem que saber que haverá consequências provocadas por decisões unilaterais que ponham em risco a segurança de Israel."
 
E o ministro foi ainda mais longe: "Agora que o Líbano tornou claro que é o Hezbollah e que o Hezbollah é o Líbano, é altura de Israel e do mundo fazerem saber ao público libanês que se algum rocket ou morteiro for disparado contra Israel, isso será considerado por Israel como um acto de guerra conduzido pelo governo do Líbano. Se o Líbano permite e capacita terroristas a montarem ataques a partir do seu território soberano, Israel responsabilizará o Líbano por tal."
"E ao contrário da última, vez, Israel não irá usar pinças para procurar uma agulha num palheiro: nós neutralizaremos o palheiro."
 
O GRUPO TERRORISTA HEZBOLLAH FAZ PARTE DO GOVERNO DO LÍBANO
 
Segundo Bennett, o Hezbollah tem 12 assentos no governo do Líbano e dois ministros no governo. Para Bennett, isso justifica a afirmação de que um ataque do Hezbollah a Israel será considerado um ataque do próprio Líbano contra o estado judaico. 
 
"Se formos forçados a lutar - e para ser claro, não temos nenhum desejo de ir para a guerra - olharemos para todas as instituições governamentais libanesas como alvos potenciais. Qualquer lugar usado para lançar foguetes contra Israel será considerado espaço militar; qualquer aldeia que abrigue armazéns com munições ou centros de comando, será considerada base militar; qualquer edifício ou infra-estrutura libanesa utilizada para atacar Israel torna-se automaticamente num alvo militar. Os resultados seriam trágicos para o povo do Líbano."
 
Fonte: Shalom Israel

Comentários

marcos em 21/08/2017 01:58:08
Sem em 2006 o libano quase foi varrido do mapa e o hesbolah correu como rato em buracos, imagine se Israel considerar um ataque do grupo terrorista um ato de guerra do libano, o que na verdade deve ser considerado por israel sim, se o governo e povo do libano nao quer a guerra, eles devem neutralizar seus grupos terroristas para que nao o faça, oras se o grupo terrorista faz parte do governo e ainda tem o apoio da populaçao libanesa, tal ato do grupo dever ser considerado um ato do pais contra israel, e se houver tal ataque contra israel, libano antiga Tiro e fenicia virara cinzas, lembramos que esses paises estao debaixo de maldiçao por hostilizarem a menina dos olhos de ADONAI. que ADONAI guarde e proteja a Israel seu povo.
Olga wanderley em 15/08/2017 05:56:28
Israel deve agir com cautela e prudência e sabedoria pondo Deus na frente para não tomar decisões precipitadas. Oremos por Israel.
Carlos em 15/08/2017 00:27:16
Muito bem Israel. Quem for inocente do lado do Líbano, Deus saberá salvar sua alma,,quem nao for, babal.
Avante Israel.

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