ONU alerta para 'custo catastrófico' se não houver solução para mesquita de Jerusalém nesta semana

24 de julho de 2017.

 

O enviado da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, alertou nesta segunda-feira (24) que é necessária uma solução até sexta-feira para a crise na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, que ele disse representar um risco de "custos catastróficos bem além dos muros da Cidade Velha".

"É extremamente importante que uma solução para a atual crise seja encontrada até sexta-feira", disse Mladenov a repórteres, após apresentar um relatório da situação ao Conselho de Segurança da ONU em reunião a portas fechadas. "Os perigos no terreno irão aumentar se nós passarmos por outro ciclo de orações de sexta-feira sem uma solução".

O enviado também alertou que a crise não é um fato isolado. "Tem o potencial de ter custos catastróficos bem além dos muros da Cidade Velha, bem além de Israel e Palestina, bem além do próprio Oriente Médio", disse Mladenov.

O governo de Israel instalou detectores de metal em pontos de entrada da mesquita depois que dois policiais foram mortos a tiros em 14 de julho, provocando os confrontos mais violentos entre israelenses e palestinos nos últimos anos. Também passaram a barrar a entrada de homens de origem palestina com menos de 50 anos na Esplanada das Mesquitas.

Violência

A violência começou na sexta-feira, quando as forças de segurança israelenses mataram a tiros três manifestantes, de acordo com médicos palestinos. A polícia israelense diz que está investigando a acusação. No mesmo dia, um palestino esfaqueou três israelenses na Cisjordânia ocupada, após prometer no Facebook que pegaria sua faca para responder ao "chamado de Al-Aqsa".

Indignados pelo que dizem ser uma violação dos delicados acordos de décadas para o acesso ao local, o terceiro mais sagrado para os muçulmanos, muitos palestinos têm se recusado a passar pelos detectores e realizam suas orações na rua, além de protestarem às vezes com violência.

Conselho de Segurança

Os 15 membros do Conselho de Segurança se encontraram para discutir a crise na mesquita a pedido de Suécia, França e Egito.

O vice-embaixador sueco na ONU, Carl Skau, escreveu no Twitter após o encontro que os membros do Conselho "concordaram com a necessidade de redução das tensões, condenação da violência e diálogo urgente para acalmar as tensões em Jerusalém".

Fonte: Reuters

Comentários

José de Souza Antunes em 04/08/2017 12:41:10
Estamos orando por Israel, todos os dias, pra que aja Paz nessa nação, que Deus escolheu pra que o povo Judeu o louvasse todos dias e todos os momento, Deus e com esse povo, e muitas nações querem destruir esse povo, esse povo tem uma promessa, e tudo que foi prometido vai sir cumprido, o que Deus falou, Deus vai honrar essa nação, chamada ISRAEL.

Grato.
José de Souza Antunes.
Cel. (92) 99323-5423.

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