"O caminho para a paz passa por Jerusalém e Ramalá, não por Nova York - afirmou Netanyahu em seu discurso na ONU

23 de setembro de 2016.

 

No seu discurso de ontem no pódio da 71ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o primeiro-ministro israelita Netanyahu criticou duramente a ONU, acusando-a de ter"começado como uma força moral, mas tendo-se tornado numa farsa moral."

Ao longo do seu discurso, Netanyahu foi no entanto assinalando que as coisas estão mudando na ONU, chegando a afirmar que"Israel tem um futuro risonho na ONU."

O primeiro-ministro israelita declarou que "tudo irá mudar, mais depressa do que imaginais", acrescentando: "Os vossos governos estão rapidamente mudando as suas atitudes para com Israel."

Segundo Netanyahu, "mais e mais países na Ásia, África e América Latina estão vendo Israel como um parceiro estratégico no combate ao terrorismo de hoje e no desenvolvimento das tecnologias do amanhã."

Para o primeiro-ministro, a maior mudança está no entanto a acontecer no mundo árabe, onde muitas nações estão chegando à conclusão que Israel é um aliado, não um inimigo: "Os nossos inimigos comuns são o Irão e o Estado Islâmico. Os nossos alvos comuns são a segurança, a prosperidade e a paz."

Referindo-se às tentativas para apoiar o reconhecimento de um estado palestiniano na ONU, Netanyahu foi peremptório: "Não iremos aceitar nenhuma tentativa da ONU para ditar as normas a Israel. O caminho para a paz passa por Jerusalém e Ramalá, não por Nova Iorque."

Netanyhau classificou ainda como "absurda" a imposição feita minutos antes pelo presidente palestiniano Mahmoud Abbas à Inglaterra para que esta se retratasse e fosse julgada pela"Declaração de Balfour" - um documento emitido em 1917 que concedeu aos judeus a permissão para poderem regressar à sua terra, a Terra de Israel...

Netanyahu condenou ainda o presidente Abbas pelo incitamento à violência, propondo-lhe publicamente um de dois caminhos:"Presidente Abbas: tem duas escolhas: pode continuar a espalhar o ódio como hoje aqui fez, ou pode trabalhar comigo."

E Netanyahu foi ainda mais longe, convidando o próprio inimigo a visitar e falar no parlamento de Israel!

"Venha falar no Knesset em Jerusalém, e eu irei alegremente falar no parlamento em Ramalá."

Fonte: Shalom, Israel!

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