Milhares de iranianos nas ruas apelam à destruição de Israel

31 de maio de 2019.

As habituais manifestações anuais do "Dia Quds" (Dia de Jerusalém) no mundo árabe e muçulmano são sempre uma oportunidade de incitamento à destruição do estado judaico.
 
O Irã, oprimido por um regime teocrático totalitário esquizofrénico de ayatollahs, é talvez o fulcro das maiores vociferações contra o estado judaico, no dia em que se celebra o "Dia de Jerusalém."
 
Milhares de iranianos saíram às ruas na manhã de hoje, queimando bandeiras dos EUA e de Israel, e entoando slogans visando a destruição dessas duas nações.
 
Estas manifestações anuais apelando à destruição do estado de Israel têm este ano tido um maior "fervor", tendo em conta o anunciado "plano de paz" proposto por Trump para o Oriente Médio, o qual, ainda não desvendado, mesmo assim provoca a ira e a rejeição das populações árabes, muçulmanas e palestinas.
 
Nesta última Sexta-Feira do Ramadã, e apesar de cerca de 280.000 muçulmanos terem rezado em paz no Monte do Templo, grandes manifestações apelando à destruição de Israel tiveram lugar não só no Irã, mas também no Iraque, no Líbano e em outras regiões do mundo islâmico.
 
Esta macabra celebração no Irã iniciou-se em 1979 com a revolução islâmica iraniana, que derrubou o regime pró-ocidental do xá da Pérsia e instaurou uma ditadura xiita orientada pelos clérigos religiosos - os ayatollahs.
 
Bandeiras israelitas norte-americanas e efígies de Donald Trump e de Netanyahu foram queimadas nestas manifestações que se estenderam por todo o país em cerca de 950 cidades, e que culminarão na universidade de Teerão, a capital do Irã.
 
O Irã ameaça constantemente o estado judaico e usa os seus movimentos párias Hezbollah e Hamas, financiando estes grupos terroristas com milhões de dólares, visando ataques contra Israel.
 
Sendo o Irã um país que actualmente sofre sanções comerciais por parte dos EUA, e vendo a sua economia a piorar de dia para dia, mesmo assim tem centenas de milhões de dólares para promover o terrorismo islâmico internacional, visando principalmente o estado de Israel.
 
Na passada Quarta-Feira o líder supremo do Irã, o ayatollah Ali Khamenei, alegou publicamente que os Estados Unidos e seus aliados não conseguirão impôr o alegado "plano de paz" aos palestinos. Já em 2015, esse ditador havia profetizado que Israel não existiria dentro dos próximos 25 anos. 
 
Quem certamente não existirá daqui a 25 anos é o ayatollah Khamenei e sua maldade...
 
Fonte: Shalom, Israel!

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