Mesmo com chuva e frio, Jerusalém está inundada de visitantes cristãos

29 de janeiro de 2017.

 

Mesmo com a chuva intensa e fria que se tem abatido sobre Jerusalém, chegando a transformar-se em flocos de neve, nada consegue deter o amor e carinho que milhões de cristãos têm por esta Cidade, a única escolhida por Deus para Sua habitação.
 
Temos nestes dias visto a Cidade inundada de caravanas de cristãos oriundos do Brasil, México, Coreia do Sul, Malásia e muitos outros países. Amanhã mesmo haverá uma celebração no Jardim do Túmulo com mais de 400 evangélicos brasileiros. 
 
Jerusalém é realmente o foco da atenção mundial para os políticos, mas muito mais ainda para todos aqueles que entendem pela Bíblia que é aqui o foco e o epicentro da ação do Eterno Deus ao longo da História, e também do futuro próximo.
 
A oliveira é a árvore mais resistente que se conhece. Ela resiste às maiores intempéries, ela não sucumbe ao passar dos séculos, e mesmo na sua longevidade sempre produz fruto maravilhoso. Fruto esse, que quando esmagado alimenta, ilumina e purifica.
 
Nenhuma outra árvore poderia melhor simbolizar Israel, uma nação que, ao contrário de tantos outros povos ancestrais, continua a existir, resistindo aos maiores ataques da História e às mais inimagináveis maldades que contra ela têm sido cometidos. E mesmo assim, após séculos de dispersão, genocídios e progroms, este povo eleito voltou à sua Terra, transformou-a num oásis, e voltou a ser uma bênção para todos quantos entendem que a coisa mais inteligente que se pode fazer é perceber e acolher com gratidão aquilo que de tão bom Deus tem estado a produzir para o mundo através desta gente.
 
No sentido espiritual, a dependência dos cristãos de Israel é ainda maior. O verdadeiro cristão provém de Israel, nasceu espiritualmente em Jerusalém, e a sua seiva espiritual provém do facto de pela misericórdia de Deus ele ter sido enxertado comoramo bravo na oliveira, de onde recebe todas as bênçãos oriundas das promessas do Senhor feitas aos patriarcas, e transmitidas pelos Seus santos profetas e apóstolos.
Devemos tudo a Israel, incluindo o próprio Messias Jesus, descendente de Abraão e de David, e identificado com a tribo de Judá. Foi Ele mesmo que afirmou que a salvação procede dos judeus, ou seja: eles foram o veículo através do qual a salvação e o Salvador chegaram até nós. Receber o Salvador Jesus Cristo na nossa vida é participar da Sua família e tornar-se participante de toda a herança espiritual que daí advém.
 
Menorá - candelabro - representa entre outras coisas a presença de Deus no meio do Seu povo. Os seus 7 braços simbolizam a plenitude de tudo aquilo que o Senhor Deus pode conceder ao Seu povo, em cada um dos 7 dias da semana que Ele criou para nós.
 
Ao escolher o Menorá como símbolo de Israel, o povo judeu não desprezou a sua História nem a intervenção de Deus na mesma.
 
O candelabro traz luz, mas essa Luz - Jesus - precisa de brilhar nos corações e entendimentos deste povo tão marcado pela perseguição ao longo de tantos séculos sofrida às mãos de alegados cristãos que, à sombra de uma cruz material se julgaram no direito de massacrar todos quantos não se curvassem aos seus dogmas isentos do amor e da misericórdia que a verdadeira Cruz deveria significar para eles.
 
Orar por Israel, é em primeiro lugar rogar ao Messias Salvador Jesus que Se revele aos corações daqueles que buscam o Pai com sinceridade, mas ainda sem entendimento. Mas para orar, temos de primeiramente amar, e amar significa compreender, estar ao lado, partilhar, abençoar este povo tão necessitado do amor sincero, genuíno, despretensioso e desinteressado dos verdadeiros cristãos.
 
Porque Israel tem futuro! Pela profecias reveladas por Ezequiel, percebemos que a restauração de Israel para estes "últimos dias"passaria inicialmente pelos "ossos, músculos e carne", ou seja, a restauração física, o retorno à Terra e a restauração inicial da mesma com tudo quanto a isso diz respeito.
 
Só depois virá a restauração espiritual, a conversão daqueles que reconhecerão que o seu Messias afinal já esteve cá, já expiou os pecados de Israel, já lhes concedeu o perdão e a possibilidade de serem re-enxertados na oliveira que lhes pertence, e da qual nunca se deveriam ter espiritualmente afastado.
 
A celebração emotiva e abençoada que esta manhã realizamos junto ao lugar do Calvário e do túmulo vazio de Jesus, com a exposição da Palavra do Salmo 22, com as orações ungidas, os cânticos vibrantemente entoados e o partir e o repartir do pão e do fruto da vide tem a ver com tudo isso. Tem a ver com a aliança que o Messias Jesus fez aqui em Jerusalém, há quase 2 mil anos, através da entrega do Seu corpo e do derramar do Seu sangue redentor, cumprindo aquilo que o profeta Jeremias havia anunciado alguns séculos antes ao povo de Israel.
 
Esta nova aliança oferecida pelo Messias de Israel ao Seu povo passou também a todos nós, aqueles que, não sendo judeus pela carne, recebem mesmo assim a mesma fé de Abraão nos seus corações, e que agora recebem a bênção que através dele chegou ao mundo: Jesus, o Salvador, identificado como Rei dos judeus, o Filho de Deus que veio pagar o preço dos nossos pecados, substituindo-nos no verdadeiro e aceitável sacrifício, oferecendo-Se como ofertante e como oferta no altar, e realizando uma obra perfeita, completa e de valor eterno!
 
Foi nesta Cidade que tudo isto aconteceu. É para esta Jerusalém que em breve Ele irá regressar, não mais para ser humilhado, desprezado e crucificado, mas para estabelecer o Seu Reino de paz, justiça e prosperidade universais!
 
E, tal como Ele nos ensinou a orar, nós, aqui em Jerusalém, na"Cidade do Grande Rei", elevamos os nossos olhos para os céus, e clamamos: "Venha o Teu Reino, seja feita aqui a Tua vontade como está sendo feita nos Céus."
 
Fonte: Shalom, Jerusalém!

Comentários

james em 30/01/2017 09:55:51
o nome do messias nunca foi jesus, no hebraico arcaico original a fonetica é yaohushua. yeshua aramaico, iesous grego, ieso latim romano, jesus brasileiro. só ha um noem no qual podemos ser salvo e não varios nomes. 1º vaio as originais escrituras sagradas hebraicas, depois as corrupções septuaginta onde trocaram o nome do criador por senhor = baal, vulgata introduzindo idolos grregos e romanos deus = zeus, catolica e protestante com o falso nome jesus.


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