Israel bombardeia posições do Hamas na Faixa de Gaza após interceptar mísseis

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

14 de dezembro de 2017.

A Força Aérea israelense bombardeou alvos do Hamas, movimento islâmico com atuação política e um braço armado na Faixa de Gaza, nesta quarta-feira (13). A ação foi uma represália contra os disparos de foguetes procedentes do território palestino, na fronteira com o Egito.

Os foguetes israeleses teriam atingido três instalações militares que "serviam como campo de treinamento e como depósito de armas" do Hamas na região, informou uma nota do exército de Israel, de acordo com a agência France Presse. "Esses bombardeios foram em represália aos foguetes disparados da Faixa de Gaza na quarta à noite".

Segundo o jornal "Hareetz", o Hamas disparou três mísseis em direção à Israel, que conseguiu interceptar dois deles. O outro acabou caindo em uma área aberta no sul do país. Um homem teria ficado ferido ao procurar abrigo. O periódico divulgou um tuíte com o vídeo que mostraria o momento da interceptação dos mísseis.

Na terça-feira (12), um ataque israelense com drones matou duas pessoas, causou sérios danos em uma instalação naval e em uma base militar perto do campo de refugiados de Shati, no norte da Faixa de Gaza, indicou uma autoridade palestina. Israel nega envolvimento com a ação, de acordo com o jornal “Haaretz”.

Desde 6 de dezembro, quando o presidente americano, Donald Trump, reconheceu Jerusalém como capital de Israel, houve 14 lançamentos de foguetes da Faixa de Gaza, indicou a rádio pública israelense.

Liga Árabe

Na quarta-feira, líderes de países pediram que Jerusalém Oriental seja reconhecida como capital do futuro estado da Palestina, segundo a France Presse. Essa foi a primeira reação em conjunto dos países árabes após a decisão de Trump declarar Jerusalém como capital de Israel.

No rascunho da declaração, divulgado pela Reuters, os líderes de mais de 50 países muçulmanos, convidam "todos os países a reconhecer o Estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital ocupada". Eles ainda consideram que a decisão de Washington mostra que os EUA abrem mão do seu papel de apoiador da paz no Oriente Médio.

Fonte: G1

 

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