Irã ameaça destruir Israel em 30 minutos

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

05 de julho de 2019.

 

Num considerável alinhamento profético (Ezequiel 38 e 39), os líderes da Pérsia (atual Irã) nutrem um cada vez maior ódio comum em relação ao estado judaico, que consideram ser um"tumor maligno" a extirpar do Oriente Médio, aproximando-se sem se aperceberem disso da realidade revelada pelos profetas bíblicos.
 
As atuais tensões entre os Estados Unidos e o Irã, com as contínuas ameaças de parte a parte, o ultrapassar do limite do enriquecimento do urânio do Irã, possibilitando o fabrico de armas nucleares, os sistemáticos ataques da aviação israelita a posições militares iranianas na vizinha Síria, têm levado o Irã a procurar cada vez mais apoio na Rússia (Magogue ?) e na vizinha Turquia (Togarma bíblica), num preocupante mas anunciado alinhamento com as profecias reveladas por Ezequiel há mais de 2.500 anos, mas mais próximas do que nunca da realidade. 
 
A própria Turquia, revelando inegáveis pretensões ao domínio político naquela região conturbada do Oriente Médio, está prestes a receber dos russos um moderníssimo sistema de defesa anti-aéreo S-400, anunciando ainda para Agosto uma cimeira trilateral entre a Rússia, o Irã e a Turquia.
 
DESTRUIÇÃO TOTAL DE ISRAEL EM 30 MINUTOS
 
Nestes últimos dias, um destacado líder iraniano voltou a ameaçar Israel, tendo no entanto "atualizado" a duração de tal pretensão, dos anteriores 7 minutos, para 30 minutos, o suficiente - no entender dele - para a aniquilação total de Israel.

 

O responsável iraniano pela Segurança Nacional do parlamento do Irã e Comissário para as Relações Exteriores, Mojtaba Zolnour, prometeu na passada Segunda-Feira arrasar Israel caso os Estados Unidos atacassem o seu país: "Se os EUA nos atacarem, Israel terá apenas meia hora de duração."
 
Já em 2017 este lunático havia ameaçado os EUA, mas desta vez passou a incluir Israel, aumentando no entanto o tempo de destruição total, dos 7 para os 30 minutos...
 
Segundo ele, a quinta frota dos EUA "está toda dentro do alcance dos sistemas de mísseis iranianos, e será toda arrasada por completo caso o inimigo cometa algum erro" - ameaçou Zolnour, acrescentando: "E bastam 7 minutos para o míssil iraniano atingir Tel Aviv."
 
O Irã está a mais de 1.500 quilômetros de Israel. Os mísseis balísticos intercontinentais voam a uma velocidade de cerca de 5 quilômetros por segundo.
 
Baseados nesses cálculos, um ICBM(míssil) equipado com uma ogiva nuclear disparado do Irã chegaria a Israel entre 5 a 7 minutos após ser disparado. Assim sendo, a ameaça do líder iraniano torna-se tecnicamente viável e realista. Claro que tal só aconteceria se Israel não fizesse uso das suas formidáveis capacidades de defesa anti-míssil.
 
GUERRA DE GOGUE E MAGOGUE?
 
Não podemos correr para especulações ou deduções fáceis, mas a verdade é que "onde há fumo há fogo", e as profecias bíblicas de há mais de 2.500 anos mencionadas em Ezequiel 37 e 38 nunca tiveram uma proximidade tão grande e clara com a realidade como nestes últimos anos. Há 40 anos, pouco antes da revolução iraniana que levou à deposição do xá da Pérsia e ao surgimento da revolução islâmica dos ayatollahs, ninguém conceberia um quadro destes, uma vez que a Pérsia era então um país muito próximo do Ocidente e nada interessado em ameaçar Israel. 40 anos na profecia bíblica é um momento, e daqui em diante as últimas peças vão ocupando os seus lugares estratégicos em preparação à grande invasão de Israel.
 
Sabemos pelas profecias que os inimigos serão dizimados completamente no vale de Jezreel, sendo a sua destruição extremamente rápida, dando a perceber a possível utilização de armas nucleares. 
 
"Rugirão as nações, como rugem as muitas águas, mas Deus as repreenderá, e fugirão para longe; serão afugentadas como a palha dos montes diante do vento, e como pó levado pelo tufão. Ao anoitecer eis que há pavor, e antes que amanheça o dia, já não existem. Este é o quinhão daqueles que nos despojam, e a sorte daqueles que nos saqueiam" - Livro do profeta Isaías 17:13 e 14.
 
O Livro do profeta Zacarias (14:12) apresenta uma perspectiva sobre essas grandes batalhas finais contra Israel que aludem às possibilidades de uma guerra nuclear:
 
"Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá estando eles de pé, apodrecer-lhes-ao os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca."
"UM TERÇO MORRERÁ"
 
Uma tradição de Vilna Gaon (uma proeminente autoridade na Torá do século 18) ensina que a guerra de Gogue e Magogue terá uma duração de 12 minutos.
 
Segundo uma interpretação do século 20, "morrerá um terço da humanidade, um terço sofrerá pragas, e um terço sobreviverá."
 
Esta profecia de uma guerra de 12 minutos é impressionante, uma vez que foi escrita séculos antes da invenção das armas nucleares. Naquela altura era totalmente inconcebível uma guerra tão rápida e fulminante, pois os conflitos convencionais arrastavam-se por meses ou até anos. 
 
Na opinião do rabi Pinchas Winston, "o tipo de guerra que estamos abordando é um conflito multinacional de proporções extremas, no Oriente Médio, com o foco em Israel. Isto preenche claramente os requisitos de Gog e Magog, significando que poderá ser essa a guerra que precede a chegada do Messias. Porém, reconhecê-la-emos como a guerra de Gog e Magog pelos seus aspectos sem precedentes e inesperados. Tal como é, tudo se move muito mais rapidamente agora. Uma guerra de grande escala será desumanamente rápida."
 
ISRAEL PREPARA-SE
 
Face às crescentes ameaças do Irã, Israel não tem outra alternativa senão preparar-se militarmente para um eventual confronto.
 
Num fórum internacional sobre segurança recentemente realizado, o ministro israelita Yisrael Katz afirmou: "Deve ser levado em conta que cálculos errados por parte do regime iraniano...poderão ser responsáveis por uma mudança da 'zona cinzenta' para a 'zona vermelha' - ou seja: uma confrontação militar."
 
"Temos de estar preparados para tal, e assim, o estado de Israel continua a dedicar-se a fortalecer o seu poderio militar para a eventualidade de ter de responder a cenários de escalar da situação."
 

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