Hamas pagou à família da bebê palestina para alegar que tinha sido morta por Israel

21 de junho de 2018.

 

Conhecida a natural predisposição para a mentira na cultura árabe, os inimigos de Israel fazem uso de todos os truques, por mais ignóbeis que sejam, para tentar convencer os incautos  de que Israel é o autor de todo o tipo de crimes dos quais eles (os árabes palestinianos) tanto gostam de se auto-vitimisar.
 
Nada que impressione Israel. Muito menos aqueles que, como eu, não são manipulados pela vergonhosa e tendenciosa comunicação social impregnada pelo liberalismo de esquerda anti-sionista.
 
Mas, como se diz na minha terra, "a verdade é como o azeite: acaba por vir ao de cima", a desfaçatez palestiniana também tem curta duração, uma vez que são eles mesmos que mais tarde ou mais cedo acabam por se denunciar e desmascarar os mentores das constantes mentiras perpetradas por aquela gente.
 
Eis que agora, Mahmoud Omar, detido em Israel por crimes ligados ao terrorismo, confessou aos seus interrogadores que a família da bebê mentiu, uma vez que ela não morreu por causa do gás lacrimogéneo lançado por Israel, mas sim por problemas crónicos familiares ligados ao sangue. 
 
E o palestiniano de 20 anos, primo da família enlutada, acabou por denunciar que foi o líder do Hamas Yahya Sinwar que pagou aos pais da criança, para que estes mentissem à comunicação social, alegando que a bebê tinha morrido como consequência do gás lacrimogéneo lançado por Israel contra os insurrectos que se manifestavam junto à vedação com Gaza.
 
O agora detido terrorista palestiniano que tentou atravessar a vedação para entrar em território israelita para aí cometer crimes contra a população civil, confessou ser primo da família enlutada pela morte da bébé Layla Ghandour, de 8 meses, que faleceu no dia 14 de Maio, e cuja alegada responsabilidade atribuída a Israel fez manchete nos mídia internacionais.
 
Fazendo parte dos 40.000 palestinianos que se manifestaram violentamente junto à vedação fronteiriça no dia 14 de Maio passado, Omar foi informado da morte da bebê, percebendo-se depois que a mesma tinha falecido devido aos mesmos problemas cardíacos que levaram à morte do seu irmãozinho, também com a mesma idade, no ano passado.
 
2 MIL EUROS POR UMA MENTIRA...
 
Foi então que o líder do Hamas prometeu à família 2 mil euros para que fosse propagada a mentira de que a bebê tinha sido vítima do gás lançado pelas forças israelitas...
 
E assim foi: logo membros da família começaram a dar entrevistas culpando Israel pela morte da bebê. E; à medida que cada membro daquela família ia sendo entrevistado, mais mentiras e contradições iam sendo acrescentadas à história...
 
Logo a seguir ao funeral da criancinha, um médico em Gaza, falando sob anonimato, afirmou a uma agência noticiosa internacional acreditar que a morte da menina se deveu a graves problemas de saúde já pré-existentes.
 
O ministério da saúde de Gaza acabou por retirar o nome da menina da lista das 62 "vítimas" dos confrontos do dia 14 de Maio...
 
Fonte: Shalom, Israel!

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