Europa rejeita soberania de Israel sobre o seu próprio território

17 de abril de 2019.

 

A Europa dos 27 nunca se consegue desprender dos seus velhos preconceitos em relação a Israel e seu mais que justo direito de exercer soberania sobre o seu próprio território. 
 
Em rota de colisão com as decisões corajosas da administração norte-americana em reconhecer a soberania do estado de Israel sobre os bíblicos Montes Golã e o previsível reconhecimento do mesmo em relação à Judeia e Samaria, a União Europeia, sempre perseguindo os grandes interesses petrolíferos e não querendo perder as amizades com os parceiros árabes, decide mais uma vez pela falta de bom senso e pelo desrespeito às decisões soberanas de um estado de direito, como é o caso de Israel, a única verdadeira democracia no Oriente Médio.
 
A líder das Relações Exteriores da Europa, a italiana Federica Mogherini, veio novamente ontem, no parlamento europeu, pregar mais um prego no caixão em que a Europa se vai enfiando cada vez mais, numa permanente cegueira e ostentação face à realidade do que é conviver lado a lado com povos muçulmanos imbuídos de uma só motivação: a completa erradicação do estado judeu. 
 
Indiferente ao que se passa no seu próprio território com a violência contra pessoas e bens perpetrada por bandos de cariz islâmico que se esforçam por combater a cultura ocidental fundamentada nos valores judaico-cristãos, a liderança europeia massacra Israel com as suas manifestações de anti-sionismo primário e incurável hipocrisia, mostrando uma falsa preocupação com a alegada violência que aos olhos europeus a "anexação" de territórios "disputados" poderá  despoletar, ao mesmo tempo que assina pactos de cooperação com o país que se tornou no ninho do terrorismo islâmico e seu apoio - refiro-me à República Islâmica do Irã - essa sim, uma preocupação que deveria ocupar a mente e as precauções dessa mesma liderança. Mas sobre o Irã e suas constantes ameaças à paz regional e mundial a Europa fica de bico calado...
 
Pudera, não vá a torneira do petróleo fechar-se...
 
"Se não houver uma solução 2 estados, então não haverá solução" - vociferou Mogherini, ontem, diante dos líderes europeus.
 
E a ministra europeia continuou a manifestar o seu desagrado:"Abandonar a solução 2 estados irá trazer maior caos, não só para a Terra Santa, mas para todo o Oriente Médio" - afirmou Mogherini, acrescentando: "O próximo escalar de violência em Israel e na Palestina poderá facilmente sair de controle, com trágicas consequências numa região tão instável como é hoje o Oriente Médio."
 
Não satisfeita com tão alegadas preocupações, Mogherini ainda foi mais longe: "Qualquer plano (para uma solução 2 estados) tem que ser baseada nas fronteiras anteriores a 1967, com trocas de terra mutuamente acordadas e o estatuto de Jerusalém como futura capital de 2 estados."
 
"A União Europeia não reconhece a soberania israelita sobre qualquer dos territórios ocupados por Israel desde Junho de 1967, em linha com a lei internacional e com as resoluções 242 e 497 do Conselho de Segurança da ONU."
 
E, não contente com os estragos já proferidos, a líder europeia fez questão de afirmar que o mesmo se aplica aos Montes Golã, cuja soberania foi recentemente reconhecida pela administração de Donald Trump. 
 
Segundo Mogherini, cinco dos países europeus com assento no Conselho de Segurança da ONU denunciaram claramente a medida tomada pelos EUA. São eles o Reino Unido, a França, a Alemanha, a Bélgica e a Polónia.
 
No entanto, quanto ao Irão e suas constantes ameaças, nem uma só palavra. Está tudo dito.
 
Fonte: Shalom, Israel.

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