Estabelecido um frágil cessar fogo, após 700 foguetes disparados contra Israel e 4 vítimas mortais

"E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;..." Mateus 24:6

06 de maio de 2019.

 

O frágil cessar fogo mediado pelo Egito pode não ser de longa duração, uma vez que a decisão do primeiro-ministro israelita de concordar com o mesmo está sendo contestada por setores do governo israelita, que acham que ele "capitulou" face ao Hamas e que, apesar dos intensos bombardeios israelitas em Gaza, a situação está praticamente igual à anterior deste recente conflito. Há até já quem afirme ser necessário recapturar Gaza para acabar de vez com o Hamas.

A verdade é que Israel sofreu 4 vítimas mortais resultantes do disparo de foguetes desde Gaza, e várias dezenas de feridos, para além dos muitos estragos materiais em residências.
 
A refrega foi no entanto intensa. Em menos de 48 horas os terroristas palestinos conseguiram disparar mais de 700 foguetes e morteiros para o lado israelita.
 
Através do seu sofisticado sistema de defesa antí-míssil "Cúpula de Ferro", Israel conseguiu desfazer uma boa parte dos foguetes direcionados para zonas populacionais, numa taxa de sucesso bastante elevada. A maior parte dos foguetes do Hamas e da Jihad Islâmica, caíram em zonas descampadas, pese embora o facto de os terroristas palestinos alegarem que dispõem de material mais preciso e sofisticado.
 
ATAQUE CIBERNÉTICO
 
Pela primeira vez na sua história de terrorismo, o Hamas tentou atacar Israel através de um ataque cibernético, que os militares israelitas prontamente desfizeram, tendo a Força Aérea Israelita atacado a central cibernética do Hamas, julgando-se que durante os próximos tempos o Hamas não disporá dessas capacidades.
 
ATAQUES ISRAELITAS
 
Israel esforçou-se desta vez em atacar não apenas alvos físicos dos grupos terroristas, reduzindo a escombros alguns edifícios usados pelo Hamas e pela Jihad Islâmica Palestiniana, mas também alvos humanos, ou seja: operacionais dirigentes dos grupos terroristas de Gaza.
 
Cerca de 31 indivíduos foram mortos na Faixa de Gaza, sendo pelo menos 11 deles terroristas. 
 
O carro do representante do Irã em Gaza, responsável pela troca de dinheiro fornecido pelo regime iraniano aos terroristas de Gaza, foi também destruído com o seu proprietário Hamed al-Khudari.
 
Israel destruiu mais de 200 infraestruturas em Gaza, entre as quais, e uma das mais importantes, um túnel com 20 metros de profundidade, que permitiria a intrusão de terroristas palestinianos em território israelita. 
 
ATÉ QUANDO?
 
Estes ataques palestinianos visaram claramente desestabilizar o governo de Israel nesta época do calendário tão importante, como é a celebração da Independência do estado moderno de Israel e a realização do mega festival de música "Eurovisão", a realizar na próxima semana em Tel Aviv, com a presença de dezenas de países representados pelos respectivos artistas e a ser visionado pelas televisões europeias e australiana por centenas de milhões de espectadores.
 
O Hamas prometeu que iria "estragar a festa", mas parece que quem ficou com a festa estragada foi o movimento terrorista. Apesar disso, teme-se que este cessar fogo não seja mais do que o habitual interregno aproveitado pelos terroristas para se reequiparem...
 
Tudo leva a crer que depois destas celebrações e festivais, e com a formação de um novo governo em Israel, venhamos a assistir a um "mais do mesmo" num futuro talvez não tão distante como desejaríamos...
 
Fonte: Shalom, Israel!

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