Em mais um ato de imbecilidade, o conselho de "direitos humanos" da ONU aprovou mais 5 resoluções anti-Israel

24 de março de 2018.

O mais que desacreditado Conselho dos Direitos Humanos da ONU continua a ser uma plataforma para ocultar os hediondos crimes de alguns dos maiores sanguinários ditadores da atualidade, sendo por isso condenado por Israel como uma "farsa."
 
Ontem mesmo o Conselho reuniu-se com o objetivo de mais uma vez fazer passar 5 resoluções contra Israel - o país que se tornou o bode expiatório de todas as condenações do mais que desprestigiado órgão da ONU, que faz vista grossa às clamorosas violações dos direitos humanos cometidas atualmente pela Síria, Coréia do Norte, Sudão, Irã e muitos outros países.
 
INDIGNAÇÃO DOS EUA
 
Os Estados Unidos ameaçaram mais uma vez abandonar o Conselho de Segurança, ainda mais quando ontem o mesmo demonstrou mais uma vez os seus preconceitos contra Israel. A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, expressou-o bem: "O Conselho é grosseiramente tendencioso contra Israel", vincando que o mesmo Conselho tinha apenas votado três resoluções separadas contra a Coréia do Norte, o Irã e a Síria.
 
"Quando o Conselho para os Direitos Humanos trata pior Israel do que a Coréia do Norte, o Irã e a Síria, é o próprio conselho que é louco e indigno desse nome" - afirmou Haley.
 
E ameaçou: "A nossa paciência não é ilimitada. As ações de hoje mostram claramente que falta à organização a credibilidade necessária para ser uma verdadeira defensora dos direitos humanos."
 
Desde o ano passado que Haley vem repetidamente ameaçando retirar o seu país desta organização com 47 membros formada em 2006 para alegadamente proteger e promover os direitos humanos em todo o mundo.
 
APLAUSO DOS PALESTINOS
 
A Autoridade aplaudiu as novas resoluções, como seria óbvio de uma organização inimiga de Israel, elogiando as nações que votaram a favor das resoluções.
 
As cinco resoluções foram propostas por países da Organização de Cooperação Islâmica, e incluíam a condenação da"legitimidade" da venda de equipamento militar a Israel, proposta que recebeu 27 votos favoráveis, 15 abstenções e 4 votos contra. É lamentável que países como a Bélgica e a Eslovênia tenham votado a favor desta revoltante resolução.
 
Israel é o único país que tem um item exclusivo atribuído pela organização, uma situação por diversas vezes criticada pelos EUA e por diversos países europeus.
 
CONDENAÇÃO ISRAELITA
 
Emmanuel Nachshon, porta-voz do Ministério para as Relações Exteriores de Israel, escreveu que o conselho é "uma farsa, um objeto de escárnio dos nobres propósitos que pretende representar."
 
"É uma plataforma exclusivamente anti-Israel, manipulada por sangrentos ditadores que atacam Israel para ocultarem as suas massivas violações dos direitos humanos."
 
Uma das resoluções insiste mais uma vez que Israel abandone para a Síria os territórios bíblicos dos Montes Golan, conquistados por Israel à Síria na Guerra de 1967 e legalmente anexados por Israel como consequência da guerra. 
 
Outras resoluções ontem aprovadas exigem "o direito do povo palestiniano à auto-determinação""a situação dos direitos humanos nos territórios palestinianos ocupados, incluindo Jerusalém oriental", e "os territórios dos Golan ocupados por Israel."
 
As resoluções ontem votadas em Genebra incluem um apelo para a adesão à Resolução 2334, passada em finais de 2016, segundo a qual os assentamentos israelitas são ilegais. A resolução apelou às nações do mundo para "condenarem a expansão dos colonatos" e "distinguir, nos tratados relevantes, entre o território do estado de Israel e os territórios ocupados desde 1967."
 
Tanto os EUA como a Austrália votaram contra as 5 resoluções do Conselho. 
 
Shalom, Israel!

Comentários

José João em 31/03/2018 10:25:41
Direitos de quem , na Síria está tendo maior matança, na correria do norte, eles só emcherga ,o que Israel faz com direito vde auto defesa, ,por isso que ,vai ficando cada vez fraco esse órgão.
Ricardo Quirino doscSantos em 29/03/2018 08:17:49
Realmente não se pode defender direitos humanos de uma maneira restrita, "direitos" de uns, em detrimento de outros. O Conselho precisa rever suas decisões, não é aceitar essa posição de de total exclusão à israel.

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