Diretora da UNESCO se desvincula da resolução tomada pela própria organização que ela dirige

15 de outubro de 2016.

 

Respondendo a uma carta da ex-ministra israelita para as Relações Externas de Israel Tzipi Livni, a atual diretora da UNESCO, Irina Bokova distanciou-se claramente da controversa decisão tomada pela organização que ela dirige, e afirmou o seu compromisso em combater o anti-semitismo.
 
Depois do ministro israelita para a Educação, Naftali Bennett, ter anunciado o rompimento da cooperação entre Israel e a UNESCO, a diretora-geral do organismo cultural da ONU veio a lume, enviando uma comunicação a Tzipi Livni, em que afirma que a organização trabalha para "combater a intolerância e as formas contemporâneas de anti-semitismo, incluindo as que procuram deslegitimar o estado de Israel."
 
Bokova fez questão de notar que as decisões tomadas são da responsabilidade dos estados-membros e não dela, como diretora-geral da organização.
Bokova repetiu ainda as suas declarações dos passados meses de Abril e de Julho, em que "A Velha Cidade de Jerusalém é a cidade sagrada das três religiões monoteístas: o judaísmo, o cristianismo e o islamismo, e que tanto os judeus, como os cristãos e os muçulmanos têm direito ao reconhecimento explícito da sua História e relacionamento com a cidade."
 
E, numa aparente oposição à resolução aprovada pelo organismo que ela dirige, Bokova afirmou ainda: "acredito firmemente que negar ou ocultar quaisquer das tradições judaica, cristã ou muçulmana mina a integridade do sítio."
 
Bokova referiu-se ainda a alguns dos sítios inscritos na lista do patrimônio mundial da UNESCO e a alguns dos projectos da organização, que "atestam o nosso compromisso com a cultura judaica e que comprovam o nosso conhecimento e respeito pelos laços existentes entre o povo judeu e a Terra Santa, incluindo Jerusalém."
 
A diretora-geral da UNESCO fez ainda questão de apregoar que a sua organização "é a única da ONU com um programa dedicado à educação sobre o Holocausto."
 
Irina Bokova e a organização que dirige com agendas contrárias. Ainda bem para ela. Só espero que ela não se fique pelo "politicamente correcto" das palavras, mas que dê passos que comprovem de facto esta sua louvável postura...
 
Fonte: Shalom, Israel!

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