Clinton não apoia solução da ONU sobre o conflito entre Palestina e Israel

26 de setembro de 2016.

 

A presidenciável do Partido Democrata, Hillary Clinton, anunciou ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que é contra "qualquer intenção das partes externas de impor uma solução ao conflito entre israelenses e palestinos".

Durante uma reunião com Netanyahu, que foi realizada à noite num hotel em Nova York, Clinton destacou que se opõe às tentativas do Conselho de Segurança da ONU de obrigar israelitas e palestinos a cumprirem exigências particulares e a realizarem negociações novamente.

Segundo o comunicado da sua equipe de campanha, a presidenciável reiterou seu compromisso de solucionar o conflito entre os dois países. De acordo com ela, a solução pode ser possível somente por meio de negociações entre ambas as partes.

Clinton destacou que "Israel forte e seguro" é essencial para os EUA.

Ao mesmo tempo, Clinton apoiou o acordo bilateral firmado neste mês que prevê ajuda militar de Washington a Israel equivalente a 38 bilhões de dólares entre 2018 e 2028.

Netanyahu expôs sua própria visão das questões de segurança na região do Oriente Médio, "destacando esforços de Israel em prol da paz e estabilidade na região".

Durante a reunião entre Netanyahu e o candidato do Partido Republicano Donald Trump, que decorreu umas horas antes, o último deu garantias ao líder israelense de que, caso vença as eleições, ele "aceitará a antiga ordem do Congresso de reconhecer Jerusalém como capital indivisível do Estado de Israel".

A parte oriental de Jerusalém tem sido ocupada por Israel desde 1967. A comunidade internacional não a reconhece como capital de Israel.

A Palestina busca o reconhecimento de seu Estado independente em territórios na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, e na Faixa de Gaza — territórios ocupados por Israel desde 1967, na Guerra dos Seis Dias. Israel se recusa a reconhecer o Estado palestino como uma entidade diplomática independente, ao contrário de 136 dos 193 países membros da ONU, inclusive a Rússia e o Brasil.

Fonte: Sputnik.

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