Celebrado o 99º aniversário da conferência de San Remo, precursora do moderno Estado de Israel

27 de abril de 2019.

Foi entre os dias 19 e o 26 de Abril de 1920 que na pequena cidade de San Remo, em plena "Riviera Italiana", que se reuniu o"Conselho Supremo das Principais Potências Aliadas na Grande Guerra" (Primeira Guerra Mundial), constituído pelas nações vencedoras: Itália, França, Grã-Bretanha e Japão, com um observador dos Estados Unidos da América. Nesse encontro iria ser decidido a quem entregar os territórios do império turco otomano, agora derrotado na guerra.
 
O momento mais marcante terá ocorrido no dia 25 de Abril quando da assinatura da resolução que conferiu ao povo judeu o direito legal de constituir o seu lar nacional naquilo que então se denominava como "Palestina."
 
A resolução foi assinada pelos então primeiro-ministros David Lloyd George, pela Grã-Bretanha, Alexandre Millerand, pela França, Francesco Nitti, pela Itália, e pelo embaixador japonês K. Matsui. 
 
Dois anos depois, em 24 de Julho de 1922, a "Liga das Nações" declarou unanimemente: "É por este meio dado o reconhecimento à ligação histórica do povo judeu com a Palestina e aos fundamentos para a reconstituição do seu lar nacional naquele país."
 
Esta declaração e resolução reveste-se da maior importância histórica nesta época em que tanto a UNESCO como outros famigerados promotores do revisionismo histórico - para já não falar dos árabes muçulmanos - tentam a todo o custo e com o beneplácito da esquerdopatia política e dos meios de comunicação social cortar as mais que comprovadas ligações profundas do povo judeu à terra de Israel e muito em especial à sua eterna capital, Jerusalém.
 
Esta resolução legalizada pelas grandes potências da altura só vem comprovar que o povo judeu está na terra de Israel por direito próprio, e não como intruso.
 
PORTA DE ENTRADA PARA SIÃO
 
A cerca de três horas a leste de San Remo encontra-se a pequena cidade portuária de La Spezia, onde sobreviventes judeus do Holocausto foram impedidos pelos ingleses de zarpar nos navios ali atracados e que eram destinados a levá-los até à Palestina. 
 
Mas, graças à ajuda de italianos ali residentes, muitos judeus acabaram por conseguir embarcar de volta para a terra dos seus antepassados, pelo que a cidade foi considerada a "porta de entrada para Sião."
Entre 1945 e 1948 mais de 20.000 sobreviventes do Holocausto partiram de La Spezia para o território da "Palestina", então sob mandato britânico.
 
Shalom, Israel!

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